::: JOGUINHO DA NASA NO FACEBOOK :::


Tela principal do jogo mostrando os três competidores

 

A NASA lançou o game Space Race Blast Off no Facebook, rede social que conquista cada vez mais usuários no mundo todo e, especialmente, no Brasil.

Acabei de testá-lo. É divertido. Você entra na página do aplicativo, faz as autorizações e escolhe um avatar (dentre algumas opções) com um nome de usuário (que você mesmo digita). Se ninguém cadastrou este nome antes, ele é seu. E você estará pronto para começar a competição. É tudo bastante intuitivo.

O game escolhe mais dois usuários do sistema aleatoriamente e que vão jogar contra você. Conforme os jogadores vão ganhando pontos, seus avatares vão subindo em torres (veja imagem no topo do post). Ao final do jogo, quem tiver mais pontos e, portanto, estiver mais alto na torre, vence.  

O princípio do jogo é simples: perguntas de múltipla escolha (em inglês) vão sendo propostas e os três jogadores (você e mais dois) têm um reloginho em contagem regressiva marcando um período em que devem ler e responder à pergunta. Os temas variam de conhecimentos gerais sobre a NASA até naves e sondas espaciais passando por química, matemática, física, história, cultura pop e até o reconhecimento de astronautas por fotos, dentre outros. 


Uma pergunta proposta 

Cada resposta certa (antes do cronômetro zerar) vale 100 pontos. E quem responder corretamente e em primeiro lugar dentre os três competidores ganha um bônus de 20 pontos.  

Quem vence a competição tem direito a uma rodada extra e, no estilo Silvio Santos, pode girar uma roleta que vai escolher o tema da pergunta-bônus.


Rodada extra

 

Clicando no botão "Lobby" acima, à direita, você acessa uma página (imagem abaixo) que tem um menu geral que permite revisar seus pontos acumulados, estatísticas, dentre outros. Clique e descubra o que há por trás de cada botão.


Página com um menu geral

 

Na página "Awards" você pode usar seus pontos acumulados para "comprar" selos virtuais da NASA e ir montando uma coleção.


"Compra" de selos comemorativos usando os pontos acumulados

 

Eu curti. E seu que muita gente dos 8 aos 80 anos também vai gostar. Experimente! Fique atento porque algumas perguntas voltam em rodadas futuras. Se você errou, pode aprender com o erro e ir melhorando a sua performance.

Depois deixe um comentário contando o que achou do game. 


Já publicado aqui no Física na Veia!

 





Um forte abraço. E Física na Veia!
prof. Dulcidio Braz Júnior (@Dulcidio)
às 19h37





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  ::: AS MANCHAS SOLARES E AS BELÍSSIMAS AURORAS :::

SDO/NASA

Curiosa macha solar AR 1413 em forma de anel fotografada hoje


O Sol anda bastante ativo. Prova disso são as inúmeras manchas solares que têm sido registradas pelos astrônomos, ccomo a AR 1413 na foto acima, capturada hoje mas que já vem sendo monitorada há alguns dias.

Manchas solares são regiões na superfície do Sol com temperatura menor do que a média local e com grande concentração de campo magnético. 

Este campo magnético concentrado aprisiona matéria na forma de plasma, ou seja, gás muito quente e ionizado (eletricamente carregado). Se as linhas de campo magnético se rompem, matéria é liberada e pode ser ejetada para o espaço em eventos que chamamos de ejeção de massa coronal. Neste caso, inúmeras partículas são lançadas no espaço em conjunto com radiação de amplo espectro que vai desde as ondas de rádio até os raios gama, passando pelos raios X.

Se estas partículas e a radiação atingirem a Terra, podemos ter:

  1. Interferências que provocam ruídos nas transmissões via ondas eletromagnéticas, captadas por antenas de radioamador e radiotelescópios.
  2. A formação das auroras boreais (ao norte) e austrais (ao sul), nas regiões próximas aos pólos, ou seja, em altas latitudes. Isso ocorre porque o campo magnético da Terra, que funciona como um escudo protetor que empurra estas partículas para longe do planeta, é vulnerável nos pólos, onde as linhas de força estão entrando ou saindo. Estas partículas, quando interagem com a atmofesfera, ionizam o ar que emite a luz característica das auroras.
Em casos extremos, se a ejeção de massa coronal for muito intensa, podemos ter na Terra o que chamamos de tempestade geomagnética, um "sopro" de partículas e radiação que deforma o campo mangético terrestre. Foi o que aconteceu na semana passada, dando origem a belíssimas auroras boreais registradas no planeta cerca de dois dias depois da ejeção coronal. A imagem abaixo mostra uma aurora fotografada na Suécia por Chad Blakley há exatamente uma semana, em 24 de janeiro.

lightsoverlapland.com
 
Aurora boreal na Suécia, em 24 de janeiro de 2012

Os cientistas continuam de olhos grudados no Sol. E acompanhando as manchas solares, sempre esperando novas erupções e ejeções de massa coronal. Quando isso ocorre, alertas são emitidos das centrais de observação solar e aqui na Terra ficamos esperando os efeitos que vão dos mais nocivos até as inofencivas e belíssimas auroras. Felizmente, pelo menos até hoje, não temos relatos de tempestades geomagnéticas que tenham provocado danos severos em escala planetária. Mas, embora a probabilidade disso acontecer seja pequena, não é nula.

Para ver (direto do site spaceweather.com)
  • Clique aqui e veja filme (gif animado) da evolução da mancha AR 1413
  • Clique aqui e veja imagem do disco solar e suas manchas (hoje) em alta resolução 
  • Clique aqui para abrir galeria de Auroras Boreais

Já publicado aqui no Física na Veia!





Um forte abraço. E Física na Veia!
prof. Dulcidio Braz Júnior (@Dulcidio)
às 21h41





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Dulcidio Braz Jr
Físico/Professor, 47 anos

São João da Boa Vista
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