::: O iPHONE QUE EU GANHEI DA VIVO :::


O iPhone que ganhei da minha operadora Vivo

Ontem foi o lançamento oficial do iPhone no Brasil. Duas festas, uma da Claro e outra da Vivo, as duas operadoras que vão oferecer o aparelho aos seus clientes, bombaram! Eram celebridades chegando de todas as direções, de todos os sentidos. Dizem que pareciam raios cósmicos de altas energias! Eram convidados VIP loucos para levar para casa um iPhone 3G na faixa!

Vários portais, como o UOL (veja print screen abaixo), publicaram notícias e detalhes da verdadeira correria (e que deu até baixaria!) para ganhar um brinquedinho de telefonar, ouvir música, assistir a filmes, navegar na internet, filmar, fotografar, ...

E eu, que sou apenas um professor, não sou celebridade, recebi o meu iPhone da Vivo via correio (confiram meu presente nas diversas fotos deste post). E tudo sem correria. Sem baixaria. Sem neura e nem nada! Isso é que é conforto. Conforto e privilégio de poucos! Está com inveja?

Vários blogueiros, como a minha querida Rosana Hermann do QL - Querido Leitor, publicaram nota sobre os acontecimentos (veja foto abaixo onde aparece o meu iPhone em primeiro plano, na frente da tela do computador ancorado no QL). Sim, o meu aparelho chegou já faz uma semana. Veio muito antes do lançamento! E já veio funcionando, habilitadíssimo!

Assim como o médico Waldyr Muniz, oficialmente o primeiro brasileiro a ter um iPhone legalizado e que, segundo o Giga Blog é cliente da Vivo desde os velhos tempos em que ela se chamava Telesp Celular, eu também sou (meu número de celular começa com "97", prova indiscutível de que minha linha já cantou parabéns bem mais de dez vezes!). 

E o meu primeiro celular "só" telefonava. Era um Motorola, um tijolo e tanto. Não cabia no bolso. Nem no enorme bolso da mais larga calça jeans que eu tinha. Bem... se forçasse para caber, virava "homem berinjela". Pegava mal! Na verdade, mal cabia na palma da mão. Era "portátil". Telefonia móvel requer portabilidade. Mas era grosso e pesado. No entanto, marcou a minha vida. Depos veio outro Motorola um pouco menor e com flip. Eu adorava porque parecia o telecomunicador da Star Trek! Me sentia quase um capitão James Tiberius Kirk quando ia telefonar. 

Mas eu nem sonhava naquela época que um dia teríamos uma verdadeira central multimídia de bolso na qual se pode, dentre inúmeras coisas, telefonar! Que maravilha!

Mas o que importa mesmo é que meu iPhone agora está aqui, em minhas mãos (foto abaixo). Não paguei nem um centavo por ele. Veio de graça. Ele é real! É levíssimo! É lindo! E é só meu!!! 

Segundo o UOL Celebridades (veja box abaixo), Preta Gil, cantora e filha do fantástico Gilberto Gil, uma das convidadas VIP de uma operadora de telefonia celular, trocou as letras da tecnologia 3G numa entrevista e teria dito "Eu quero um G3". Deve ser um modelo especial, personalizado, com G de Gil!

Falo desta personalização com muita certeza pois o meu iPhone também veio personalizado: tecnologia 3P

Deve ser 3P porque é de Papel. Ou será que é P de Professor mesmo? Há controvésrsias. Mas já vem funcionando e habilitado no formato de livro! Sim, professores adoram ler, estudar... O meu iPhone, presente da Vivo, é um livro de papel, como pode ser visto na imagem abaixo que não deixa a menor dúvida! Ou você já viu um celular assim que abre em folhas? 

Quer ver mais um pouco do meu super presente Vivo? Então vai... baba!

Morram de inveja do meu novo telefone celular! Ou devo chamá-lo de telefone celulose?

 


:: E Bota Física no iPhone!

 

Depois desta brincadeira, só para dar uma relaxada, afinal hoje é sábado, aproveito para falar como a Física vem ajudando a mudar a cara do mundo desde o final do século XIX e, especialmente, nas últimas décadas. E o iPhone, atual ícone da tecnologia, é uma prova real disso. 

Antes de mais nada, por trás da tecnologia sempre tem muita ciência. Certo? Por exemplo, o Prêmio Nobel de Física 2007 foi para a GMR -Giant MagnetoResistance), aplicação direta da nanotecnologia e que ajudou, na prática,  a diminuir o tamanho os HDs e foi incorpodada nos iPods de alta capacidade, acima de 80Gb. Não teria como enfiar um HD de tamanho normal dentro de um minúsculo iPod, teria? 

O que tem no iPhone 3G?

  1. Telefone celular (logicamente!)
  2. Bluetooth
  3. Wi-Fi 
  4. Internet rápida, com recebimento/envio de e-mail;
  5. Câmera digital (foto e vídeo)
  6. Tocador de audio e vídeo 
  7. Navegação por GPS
  8. Tela LCD colorida e sensível ao toque
  • E tudo isso guardado numa pequena caixinha!

E o que cada uma dessas coisas tem a ver com Física?

  1. O telefone celular funciona com base na transmissão/recepção de ondas eletromagnéticas. As ondas eletromagnéticas foram descritas teoricamente por James Clerk Maxwell (1831-1879) e transmitidas/recebidas em laboratório pela primeira vez por Heirich Rudolf Hertz (1857-1894). Hoje em dia as ondas eletromagnéticas, em várias faixas do espectro, são largamente utilizadas em transmissões à distâcia.
  2. Tecnologia de comunicação de curta distância entre aparelhos que utiliza as mesmas ondas eletromagnéticas de Maxwell e Hertz numa faixa específica.
  3. Possibilidade de se conectar a uma rede de computadores usando também ondas eletromagnéticas de Maxwell e Hertz numa outra faixa específica.
  4. A internet foi desenvolvida dentro do CERN - Organização Européia para Pesquisa Nuclear, onde hoje fica hoje o LHC - Large Hadron Collider. A ferramenta foi inicialmente utiizada para troca de dados entre os cientistas. Mas o mundo adorou a idéia. E se você está lendo esse texto agora há de concordar que a idéia era (e continua sendo) fantástica. Muitas vezes uma aplicação criada para fins científicos mais "puros" acaba sendo usada fora do meio acadêmico. A ciência não gera apenas aplicações específicas e diretas. As aplicações se ramificam. E podem chegar ao nosso cotidiano na forma de tecnologias que muitas vezes não temos a menor idéia de onde e como nasceram.
  5. As câmeras digitais utilizam sensores fotoelétricos que funcionam com base na criativa e original explicação quântica que Albert Einstein (1879-1955) deu para o Efeito Fotoelétrico inspirado no trabalho de Max Planck (1858-1947).
  6. Os tocadores (players) digitais são dispositivos de microeletrônica baseados na Física do Estado Solido e nos semicondutores.
  7. A comunicação com os satélites do sistema GPS é feita utilizando as ondas eletromagnéticas de Maxwell e Hertz que já citei. Os satélites orbitam a Terra com base na Mecânica de Isaac Newton (1643-1727). Como os satélites viajam com velocidades altas por longos períodos, seus relógios devem sofrer correções relativísticas com base na Teoria da Relatividade de Albert Einstein (1879-1955). E agregam uma sofisticada eletrônica desenvolvida especialmente a partir da segunda metade do século passado.
  8. O LCD (Liquid Cristal Display ou Tela de Cristal Líquido) existe graças à descoberta de que certos materiais têm comportamento híbrido de sólido e de líquido e podem deixar ou não passar a luz a partir da aplicação de uma corrente elétrica externa. Assim, sem entrar em detalhes, é possível acender ou apagar um ponto na tela. Usando filtros, pode-se criar a idéia de cor. A sensibilidade da tela vem de micro-sensores eletrônicos nela acoplados e que são capazes de reagir ao toque. 
  • E se um iPhone tem tanta coisa dentro de um miúsculo, fino e leve compartimento, é porque a microeletrônica evoluiu. E novos materiais, mais leves e resistentes, foram desenvolvidos. E a nanotecnologia vem contribuindo para que cada vez mais consigamos manipular o mundo das coisas pequenas.

E isso só para citar de forma muito superficial um pouco da Física que tem dentro de um iPhone!

Não tem como fugir. A Física está presente em tudo! E, se você discordar, nunca vai merecer ter um brinquedinho como um iPhone nas mãos! 

Aliás, se não concorda comigo, pode sair já da frente do computador! Desligue a eletricidade da sua casa e abra mão de todo o conforto dos eletrodomésticos. Não pode mais tomar nem banho quente com chuveiro elétrico. Cozinhar alimentos só diretamente no fogo. Ou seja, volte a viver numa caverna, como na idade da pedra! Ou estou sendo exagerado?  


Para ver e saber mais

 

 

  • Imagens dos primeiros compradores do iPhone no Brasil
  • Preço do iPhone no Brasil em comparação com outros países da América do Sul 




Um forte abraço. E Física na Veia!
prof. Dulcidio Braz Júnior (@Dulcidio)
às 16h45





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  ::: ALGUMAS RAZÕES PARA SER UM CIENTISTA :::

arquivo pessoal do prof. Ronaldo

Prof. Ronaldo "Joule" Marin

Meu amigo e professor Ronaldo "Joule" Marin lembrou-me via e-mail sobre Algumas Razões Para Ser Um Cientista, material gratuito, em PDF, publicado em outubro de 2005 pela CBPF - Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas. O texto reúne traduções dos depoimentos de alguns dos físicos presentes na One hundred reasons to be a scientist (Cem razões para ser um cientista) originalmente publicada pelo ICTP - Centro Internacional de Física Teórica.

Neste material, cem cientistas das áreas de Física e Matemática falam sobre as razões que os teriam despertado para a carreira científica. Na versão brasileira foram agregados depoimentos de alguns expoentes nacionais na pesquisa em Física, elaborados com base em entrevistas realizadas por Carolina Cronemberger, na época doutoranda do CBPF.

O material é fantástico para motivar jovens estudantes para que façam ciência, coisa rara aqui no Brasil. Trabalho junto com o Ronaldo em uma instituição de ensino médio aqui no interior de São Paulo e vemos, ano após ano, muitos talentos que passam pelas nossas mãos mas acabam indo para carreiras acadêmicas mais óbvias ou até 'socialmente mais aceitas'. São poucos os jovens que recebem incentivo da sociedade e da família para seguirem na pesquisa científica. Por isso mesmo a produção científica aqui no nosso país, apesar de ter reconhecida qualidade, está longe de ter a devida quantidade para fazer volume no planeta e começar a trazer divisas para o Brasil. Na maior parte dos casos somos dependentes do conhecimento que vem de fora. Raros são os casos opostos em que estrangeiros vêm beber na nossa fonte. Inegavelmente é mais um evidente sinal de que (ainda) somos um país subdesenvolvido.

Mas precisamos mudar os rumos dessa história. Aqui no interior, dentro do nosso pequeno alcance, temos tentado fazer a nossa parte encarando de frente esta árdua, porém divertida tarefa de caçar talentos e motivar jovens. E, segundo muita gente comenta, temos tido a "sorte" de conviver com verdadeiras preciosidades! Na verdade, "sorte" é a palavra que os observadores externos usam para nomear o fenômeno observado. Mas para nós não existe sorte. Existe sim resultado. E resultado é sempre conseqüência, é produto final. Nem sempre o trabalho é reconhecido, até porque é silencioso. Quase sempre é árduo, requer muita energia. A valorização pela sociedade é quase nula. Mas o brilho no olho de um aluno motivado, interessado, aprendendo e querendo sempre mais, é muito compensador! Como sempre diz meu amigo Ronaldo, "somos apaixonados pela Física e acabamos atraindo gente talentosa que quer saber mais e se interessa em ir mais longe". E é isso mesmo Ronaldo. Se abrimos uma estrada, muitas pessoas acabarão passando por ela, de uma ou de outra forma!

Esperamos que outros colegas professores se motivem e abram outros novos caminhos. E o Algumas Razões Para Ser Um Cientista é feito sob medida para despertar vocações! E que inúmeros jovens que por aqui passam criem coragem de clicar no link logo abaixo para fazer download do material que pode (e deve) ser saboreado. Quem sabe seja apenas esse click que ainda os separa da ciência? 

Valeu pela lembrança Ronaldo!


Para fazer download do livro (PDF - 132 páginas ~ 2,9 Mb)





Um forte abraço. E Física na Veia!
prof. Dulcidio Braz Júnior (@Dulcidio)
às 22h55





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  ::: 'EINSTEIN' NO BRASIL :::

UOL Diversão e Arte
 

Cerca de dois milhões de pessoas de vários países já viram a exposição 'Einstein' que agora chega ao Brasil.

Através de instalações interativas que usam recursos multimídia e painéis distribuídos por quatro mil metros quadrados a vida acadêmica e pessoal do físico Albert Einstein (1879-1955) é contada em dez capítulos: 1. Vida e Tempo, 2. Luz, 3. Tempo, 4. Átomos, 5. Energia, 6. Gravidade, 7. Guerra e Paz, 8. Cidadão Global, 9. Legado e 10. Einstein no Brasil.

A exposição pode ser visitada até o dia 14 de dezembro no Pavilhão Engenheiro Armando de Arruda Pereira, Parque Ibirapuera, portão 10, São Paulo. E estará aberta de terça a domingo (terça a sexta das 9h às 21h e sábados, domingos e feriados das 10h às 21h). Os ingressos custam apenas R$ 15,00. Estudantes e professores pagam somente R$ 7,00. 

O coordenador científico da exposição é o prof. Dr. Marcelo Knobel, docente do IFGW - Instituto de Física Gleb Wataghin da Unicamp.

Em pleno clima de olimpíadas de Física e vontade de "quero aprender mais Física" eu digo que o evento é imperdível para jovens aprendizes de 8 a 80 anos!


Um pouco mais

  • Galeria de fotos da exposição no UOL Diversão e Arte
  • Site oficial da exposição
  • Vídeo da matéria sobre a exposição no telejornal Bom Dia Brasil da Rede Globo. Vale dizer que a matéria está muito bem feita, muito bem editada, com texto preciso e muito didático!

    Esta matéria foi indicada pela aluna Letícia Mamede do curso diurno.
    Valeu Letícia! Adorei!


Já publicado aqui no Física na Veia!





Um forte abraço. E Física na Veia!
prof. Dulcidio Braz Júnior (@Dulcidio)
às 16h24





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  ::: QUASE ENCONTREI O BÓSON DE HIGGS :::

arquivo pessoal da Flávia Dias

Flavinha emoldurada pela "máquina" (clique para ampliar)

Na verdade (re)encontrei a Flavia de Almeida Dias, uma querida ex-aluna. Ela está concluindo o bacharelado em Física na USP até o final de 2008. E, para a minha surpresa, já com o doutorado na ponta da agulha, descobri que a Flavinha passou as férias de julho deste ano em estágio no CERN - Organização Européia para Pesquisa Nuclear na Suíça, mais precisamente no LHC - Large Hadron Collider, o maior e mais importante acelerador de partículas construído pelo homem, recém inaugurado, e que virou assunto mundial até mesmo entre os leigos em Física.  

Ela faz parte do Sprace - São Paulo Regional Analisys Center, grupo de pesquisa coordenado pelo prof. Dr. Sérgio Novaes (Unesp) que trabalha em cooperação com o CERN no CMS - Compact Muon Solenoid, um dos quatro experimentos já instalados no LHC.

O CMS e o gigante ATLAS (o maior detector do complexo do LHC) são os dois "caçadores" do bóson de Higgs, a partícula que falta para validar de uma vez por todas o Modelo Padrão de partículas e interações. Assim, encontrar a caríssima Flavinha foi quase como encontrar o próprio bóson de Higgs! Afinal, se ele for mesmo detectado no LHC, ela certamente já estará por lá, trabalhando no CERN, em pleno doutorado, com a mão na massa, ou seja, com a mão no bóson!

 

:: A Flávia é fera, e não é de hoje!

Clique aqui para ver um post que escrevi em 2004, na pré-história deste blog. Naquele ano em que nascia o Física na Veia! a Flavinha estava se formando no ensino médio e era vestibulanda. Na foto, feita por uma câmera digital com resolução duvidosa, a Flavinha aparece bem no meio, ao fundo, de blusa vermelha, entre outros grandes feras, excelentes alunos, que participavam da OBF - Olimpíada Brasileira de Física daquele ano. Destacam-se nessa foto: 

  • Tiago Resek Fabri dos Anjos, atual estudante de Engenharia da Computação no IC/Unicamp, menção honrosa na OBF 2004 e que recebeu o prêmio Babbage de melhor desempenho entre os graduandos em 2006;
  • Vander Valente Martins, atual estudante da Poli/USP, o segundo em pé, atrás, que representou o Brasil na na OIbF - Olimpíada Ibero- Americana de Física e conquistou medalha de prata;
  • Andrés Mantecon Ribeiro Martano,  atual estudante da Poli/USP, o segundo sentado à frente, que por dois anos consecutivos esteve na equipe que defendeu o Brasil na IAO - International Astronomy Olympiad.

Nesta foto só tem fera! Excelentes alunos! Todos batalhando as suas carreiras! E eu aqui babando... e com saudades! 





Um forte abraço. E Física na Veia!
prof. Dulcidio Braz Júnior (@Dulcidio)
às 11h55





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  ::: II OLIMPÍADA DE FÍSICA NA UNICAMP :::

Ipods? Prêmios? Conhecimento? Desafio? Descubra do que você é capaz!

É esta a chamada para a II Olimpíada de Física organizada pela OSA/CSU - Optical Society of America - Students Chapters no IFGW - Instituto de Física Gleb Wataghin da Unicamp - Universidade Estadual de Campinas.  

O evento, destinado aos estudantes de ensino médio das escolas de Campinas e região, acontece no próximo dia 25 de outubro. E tem como objetivos principais: 1. Motivar estudantes e escolas a envolverem-se com o ensino de Física, incentivar bons estudantes e as boas escolas nessa área; 2. Divulgar a Física e os nomes da OSA/CS, do CePOF, do IFGW e da Unicamp na região.

Os alunos que obtiverem os melhores desempenhos serão reconhecidos numa cerimônia oficial de premiação na universidade e vão ganhar placas comemorativas, coleções de livros e iPods, dentre outros. As escolas e os professores envolvidos que, segundo a própria universidade, são os responsáveis pela formação do conhecimento dos alunos, também serão reconhecidos pelo desempenho médio dos seus alunos.

As inscrições vão até o próximo dia 16 de outubro e podem ser feitas diretamente no site do evento onde também existem outras informações relevantes como, por exemplo, o formato da prova e o conteúdo programático, dentre outras.

:: Experiência pessoal

Alunos da minha escola participaram da primeira edição da Olimpíada de Física da Unicamp em 2007. Dois deles foram destaque: Fernando Geremias Toni (medalha de prata), e José Henrique Marcon de Carvalho Leite (menção honrosa), quando ainda estavam na segunda série do ensino médio e eram alunos diretos do prof. Ronaldo "Joule" Marin.

Veja abaixo o que eles têm a dizer sobre as olimpíadas de Física:


José Henrique
(Menção Honrosa)

"Tive um grande prazer em participar da I Olímpiada de Fisica da Unicamp. Me pareceu que a prova não tinha como principal objetivo medir o conhecimento dos participantes pois foi bastante informativa e apresentou assuntos que geralmente não são dados no colégio. Vale a pena participar deste evento que irá se repetir neste ano!"


Fernando
(Medalha de Prata)

"Desde a primeira série participo das várias Olimpíadas de Física. Nesse período, acumulei vitórias e derrotas. No entanto, o mais importante foi a experiência por mim adquirida. Entrei em contato com um novo universo, repleto de desafios. As preparações e aprofundamentos proporcionaram aprimoramento no meu conhecimento, o que jamais teria conseguido não fossem as olimpíadas."

Eu só posso concordar com os dois campeões acima e dizer para você professor e aluno: participe! Sempre vale a pena pois, como nos revela o Toni, entre vitórias ou derrotas pontuais, o que sobra de todo o processo é sempre um saldo positivo! E aproveito para ratificar a afirmação do 'Zé' Leite sobre o formato "diferente" da prova da olimpíada da Unicamp. Segundo me informou por e-mail Eliane Valente, responsável pela divulgação do evento, "na nossa prova são apresentados conceitos simples de Física Moderna que o aluno tem que juntar com o que já sabe para responder as questões propostas". Fica aqui esta super dica!

Nós aqui em São João da Boa Vista já estamos nos organizando e montando um time para mais esta competição olímpica estudantil. E é claro que o 'Zé' Leite e o Fernandão, agora meus alunos diretos na terceira série, já estão escalados para a equipe! Mas, para falar a verdade, nem precisava de convocação oficial. Eles são muito motivados, adoram a matéria, e não perdem uma olimpíada! O Fernando fez a segunda fase da OBF - Olimpíada Brasileira de Física no sábado passado. O Leite também fez a segunda fase da OBF e no dia seguinte, domingo, madrugou para participar da fase final da OPF - Olimpíada Paulista de Física.

É isso! Olimpíadas de Física na Veia!





Um forte abraço. E Física na Veia!
prof. Dulcidio Braz Júnior (@Dulcidio)
às 08h34





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Dulcidio Braz Jr
Físico/Professor, 49 anos

São João da Boa Vista
São Paulo/Brasil
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