::: NA MOSCA :::

 

Confirmado: o satélite espião americano que estava fora de controle e iria cair na Terra foi destruído há poucas horas por um míssil lançado de um navio militar americano, provavelmente o USS Lake Erie, em águas do Pacífico.

A justificativa para derrubar o satélite foi o tanque de combustível com cerca de 500 kg de Hidrazina, substância tóxica e que poderia colocar em risco habitantes do planeta ou até mesmo o meio ambiente. Mas há quem diga que os EUA queriam mesmo era demonstrar tecnologia e poderio militar fazendo o que a China já havia feito em janeiro de 2007 quando também derrubou um satélite meteorológico com um míssil.

Acabou a novela! E você dá a ela o final que quiser! 


Já publicado aqui no Física na Veia!





Um forte abraço. E Física na Veia!
prof. Dulcidio Braz Júnior (@Dulcidio)
às 00h40





::
:: Clique e recomende este post para um amigo
::


 
  ::: COBERTURA DO ECLIPSE LUNAR :::


Simulação do eclipse lunar em seus momentos importantes

Logo mais vou para a faculdade. Darei aulas de Física Moderna e, em seguida, de Instrumentação Para o Ensino de Física. Coincidentemente, as aulas de instrumentação começam 5 min antes do eclipse lunar!

Combinei com os alunos do curso superior que o eclipse será o tema motivador da aula de hoje. Vamos teorizar, fotografar, e aproveitar!!!

Por volta das 23h, retorno para casa e começo a publicar as fotos já feitas. E continuo a cobertura em tempo real.

Também agitei os alunos do colégio hoje de manhã para que não percam o espetáculo lunar.

Boas observações, aí e aqui! Por enquanto, fique com a imagem abaixo: Lua Cheia nascendo já parciamente eclipsada em 03/03/2007, evento astronômico que cobri em parceria com o UOL.


:: 18h57min - A Lua nasceu. Mas nuvens ameaçam estragar as aulas e as observações. Vamos torcer para o céu limpar!

:: 22h26min - Muitas nuvens! Mas num lapso de tempo o céu abriu um pouquinho e nos deixouver a Lua. Dá para ver o eclipse começando?


E os alunos tentando "caçar" a Lua no céu nublado... Cadê a Lua? Nem com binóculo, nem com luneta... a Lua está completamente eclipsada pelas nuvens. É o eclipse do eclipse!

A parte teórica da aula foi bem bacana. Deu para explicar bem o fenômeno. Já a parte experimental...

:: 23h20min - Céu totalmente encoberto. E, para o meu desespero, chove fino. Frustrante.

:: 23h31min - Tem sala de chat especial sobre o eclipse promovido pela Revista Macrocosmos. Clique aqui e participe! Eu já vou entrar. E na  SKY TV, canal 115, o programa Momento Astronômico está cobrindo o evento desde às 23h.

:: 23h45min - Estamos perto do início da totalidade. Por aqui eclipse só no computador, em simulação. Estou no apartamento e vou decer logo mais par ver se consigo pelo menos outra foto da totalidade. Sou persistente. Mas também realista. Está difícil!

:: 23h58min - Não consigo ver nada ao vivo. Mas neste link, da Associação Argentina - Amigos da Astronomia, o eclipse está show, com atualização a cada 3 min. Veja, na imagem abaixo, feita a poucos instantes, se não é verdade!

::00h29min - Chove torrencialmente por aqui! Mas o link argentino está garantindo o espetáculo, ainda que pela internet!

:: 00h42min - Não, não é um novo sistema planetário que capturei com o telescópio! Sâo meras gotas de chuva fotografadas com flash daqui da minha janela. Chove muito mesmo!

Vejo, daqui do terceiro andar, meu condomínio alagado!

A esperança é a última que morre. Mas também morre. Morreu... 

Valeu pela tentativa! Valeu pela sua companhia! Até agora já foram mais de 112.000 visitas! 

Para quem viu o espetáculo ao vivo, parabéns! Eu continuo vendo mais um pouco pela internet...


Para navegar

  • Clique aqui e veja galeria de fotos do eclipse no UOL


Já publicado aqui no Física na Veia!





Um forte abraço. E Física na Veia!
prof. Dulcidio Braz Júnior (@Dulcidio)
às 16h31





::
:: Clique e recomende este post para um amigo
::


 
  ::: CONTAGEM REGRESSIVA PARA O ECLIPSE LUNAR TOTAL AMANHÃ :::

Foto digital: Dulcidio Braz Jr

Lua alaranjada na totalidade do Eclipse Lunar Total de março de 2007

Amanhã, quarta-feira, dia 20 de fevereiro, teremos Eclipse Lunar Total. E ele será visível em todo o território nacional a partir das 21h35min (horário de Brasília). Na verdade, ele começa na quarta-feira e acaba na madrugada de quinta-feira. A totalidade, a parte mais interessante do fenômeno astronômico, ocorre entre aproximadamente meia-noite e uma hora da madrugada.

O fenômeno pode ser facilmente acompanhado sem a ajuda de nenhum instrumento especial e sem nenhum risco para os olhos(*). Um bom binóculo pode ajudar, mas não é necessário. A diversão é garantida! Junte amigos, parentes, vizinhos, e faça a festa!

 

: O Fenômeno e as Suas Fases

O Sol consegue iluminar apenas a parte da Terra voltada para ele. No outro lado da esfera planetária, na sombra (ou umbra), fica escuro e é noite. A sombra não fica restrita à superfície do planeta e projeta-se no espaço na forma de um cone. Como o Sol não é uma fonte de luz puntiforme, existe ainda uma segunda região que se forma, do mesmo lado do cone de sombra, e que também projeta-se no espaço. Nesta segunda região, chamada de penumbra, chega um pouco de luz solar. Nela não há escuridão total, como na sombra, mas uma "meia luz". A figura abaixo (fora de escala) nos ajuda e entender a idéia da umbra e da penumbra. 

 

Um eclipse lunar acontece quando a Lua Cheia, com o disco iluminado voltado para a Terra, passa através dos cones de penumbra e de umbra (ou sombra) da Terra, como mostrado na próxima ilustração (também propositalmente fora de escala).

 

Na medida em que a Lua vai passando através da penumbra e depois da umbra, vai ficando cada vez menos iluminada. Existem momentos importantes durante um eclipse lunar, marcados na figura acima como P1, U1, U2, U3, U4 e P4 e que determinam as fases do fenômeno e que estão ligadas ao grau de iluminação do disco lunar. Veja abaixo o significado de cada etapa e os horários em que vão ocorrer:

  • P1 - Entrada da Lua no cone de penumbra da Terra: 21h35min (Brasília)
  • U1 - Entrada da Lua no cone de umbra da Terra: 22h43min (Brasília)
  • U2 - Início do eclipse total (Lua inteira dentro do cone de umbra da Terra): 00h01min (Brasília)
  • U3 - Fim do eclipse total (Lua começa a sair de cone de umbra da Terra): 00h26min (Brasília)
  • U4 - Saída da Lua do cone de umbra da Terra: 02h09min (Brasília)
  • P4 - Saída da Lua do cone de penumbra da Terra: 03h17min (Brasília)

É divertido acompanhar o eclipse e ir percebendo as mudanças visuais no disco lunar na medida em que o evento evoluicomo descrito acima. Anote os horários numa folha de papel e tente observar a evolução temporal do fenômeno. É bacana!

 

:: A Totalidade e a Linda Lua Alaranjada  

Durante a fase de totalidade, a Lua estará inteiramente imersa no cone de umbra e, portanto, deveria desaparecer por completo. Só que neste momento a atmosfera terrestre tem uma participação especial no fenômeno pois espalha a luz solar de tal forma que as baixas freqüências, próximas ao vermelho e ao alaranjando, sofrem desvio e mergulham no cone de umbra do planeta. Assim, a Lua Cheia, inicialmente prateada e bem iluminada, vai perdendo brilho ao longo do eclipse e, na fase de totalidade, adquire um tom alaranjado escuro (veja, lá no topo do post, a foto que fiz da totalidade no eclipse lunar total de março do ano passado). Este momento é o ápice do eclipse e imperdível! 

 

:: Cobertura em Tempo Real

O início do eclipse coincide com o início das minhas aula no curso de Instrumentação Para o Ensino de Física na UNIFEOB onde leciono. Estaremos no Campus II, local alto, afastado da cidade, e com bom horizonte. O eclipse vai virar tema da aula e farei, junto com os alunos, futuros professores de Física, uma cobertura fotográfica do evento.

Por volta das 23 h as aulas terminam e retorno para casa. Daqui do condomínio onde moro, pretendo continuar a cobertura.

Se eu conseguir resultados positivos, publico aqui no blog, como já fiz em outros eclipses solares e lunares. Espero você para compartilhar o momento e as imagens comigo. Mas veja ao vivo primeiro e volte aqui só para deixar o seu comentário depois, tá?! Afinal, eclipse é bom ao vivo, em tempo real!  Não perca!


(*) Eclipses solares é que são perigosos para os olhos pois a luz do Sol é muito forte. Eclipses lunares não trazem nenhum risco para o observador.
Para Navegar

  • Clique aqui para ver animações em Flash do fenômeno diretamente do site Shadow & Substance.

Já publicado aqui no Física na Veia!




Um forte abraço. E Física na Veia!
prof. Dulcidio Braz Júnior (@Dulcidio)
às 14h01





::
:: Clique e recomende este post para um amigo
::


 
  ::: SATÉLITES: PERGUNTAS E RESPOSTAS :::

aeb.gov.br

Duas possíveis órbitas de satélites artificiais (clique para ampliar)

Desde o final de janeiro de 2008 o mundo já sabe que o US 193, um satélite espíão americano que orbita a Terra, está fora de controle e, portanto, fatalmente cairá no planeta.

Aproveito a oportunidade para voltar a falar sobre a Física por trás dos satélites artificiais, desta vez sem cálculos e na forma de perguntas e respostas. Se quiser ver algumas continhas, siga os links para outros posts ao final do texto.

1. Qual foi o primeiro satélite artificial da Terra?
Foi o Sputnik (foto), lançado pelos russos em 4 de outubro de 1957. Era um aparato muito simples, uma pequena esfera de cerca de 60 cm de diâmetro e pouco mais de 83 kg de massa cuja função básica era transmitir um sinal de rádio que podia ser sintonizado por qualquer radioamador na superfície da Terra como um "beep". Ele funcionou durante 22 dias ininterruptos, tempo de vida útil das baterias elétricas do transmissor. Mas continuou em órbita por cerca de seis meses. Assim como foi o primeiro satélite artificial a orbitar a Terra, também foi o primeiro a cair nela queimando por completo na reentrada na atmosfera. 


2. Só existem satélites artificiais orbitando a Terra?
Não. O homem também já colocou satélites artificiais ao redor da Lua (foto feita pela sonda japonesa Kaguya) e de alguns planetas do Sistema Solar com a função de fotografar estes objetos e tirar outras medidas de interesse científico. Tais satélites são laboratórios com funções bastante sofisticadas, com instrumentos dedicados a experimentos diversos e que orbitam o objeto de interesse numa tentativa de estudá-lo com mais detalhes num longo período de tempo. 



3. Como um satélite se mantém em órbita?
Satélites se mantém em órbita através da mais perfeita combinação de altitude e velocidade. A idéia é colocar o satélite numa determinada altitude e imprimir nele certa velocidade previamente calculada para aquela altitude tal que ele não fuja para o espaço e nem caia de volta na Terra. Em outras palavras, busca-se uma situação de estabilidade em que a gravidade tem o papel fundamental de manter a órbita na "dose certa", sem derrubar o satélite no planeta e também não deixar que ele escape para longe. É um truque físico genial e que corresponde, na prática, a uma queda infinita! 


4. A Lua também é um satélite?
Sim. Só que é um satélite natural, ela não foi colocada lá pelo homem. Mas mantém a sua órbita pelo mesmo "truque" físico que os satélites artificiais, ou seja, está numa queda infinita em relação ao nosso planeta.





5. Quais os valores de altitude e velocidade dos satélites?
A Lua orbita a Terra a um distância média de 384.000 km. Esta é a sua" altitude" medida em relação à superficie do nosso planeta.
Os Satélites geoestacionários, aqueles que acompanham a rotação da Terra e têm órbitas equatoriais(1) , são projetados para se manterem fixos em relação à superfície terrestre. Eles dão uma volta na Terra a cada 24h, o mesmo tempo que demora para a Terra dar uma volta ao redor do seu próprio eixo. Como eles são utilizados em telecomunicações, precisam ficar numa posição tal que possam ser sempre "vistos" por antenas retransmissoras de sinais eletromagnéticos fixas em solo. Para conseguir tal façanha, tais satélites devem estar numa altitude de cerca de 36.000 km em relação ao solo.
Já os satélites espiões, ao contrário dos geoestacionários, devem dar várias voltas por dia na Terra para poderem bisbilhotar melhor os movimentos em solo. Neste caso, acompanhar a rotação do planeta deixa de ser interessante. Para conseguir maior mobilidade e rapidez os satélites espiões devem ter órbitas bem mais baixas, numa faixa entre 300 km e 500 km, onde a gravidade é mais intensa e, portanto, exige maior velocidade orbital, em torno de 28.000 km/h, mais ou menos a mesma velocidade da ISS - Estação Eepacial Internacional que está numa altitude de aproximadamente 400 km. As órbitas dos espiões não precisam estar contidas no plano do equador terrestre. Nestes casos, quem projeta e lança o satélite escolhe o melhor plano para as possíveis missões e interesses.

6. No que um satélite espião difere dos outros satélites?
Um satélite espião é olho eletrônico orbitando a Terra, mais ou menos como um telescópio espacial (veja na foto o telescópio espacial Hubble), só que com os olhos voltados para a superfície do planeta. Ele é capaz de fazer fotos digitais com bastante zoom e grande resolução graças aos modernos CCD(2) que possui. Um satélite geoestacionário, usado em telecomunicações, possui antenas retransmissoras e sistemas de amplificação do sinal. Satélites usados para mapeamento do relevo são dotados de radares. Cada satélite, dependendo da sua aplicação, possui equipamentos específicos.  


7. Um satélite artficial vai orbitar a Terra para sempre?
Não. Satélites artificiais, com pouca massa e, portanto, pouca inércia, estão sujeitos à perturbações em suas órbitas. Em outras palavras, satélites artificiais precisam de ajustes orbitais periódicos. Para tanto, possuem motor propulsor e carregam combustível para que possam ser pilotados à distância, daqui da Terra, pelos centros de controle.
Um satélite torna-se inútil se o seu combustível acabar ou se o sistema de comunicação com o centro de controle falhar. Nestas situações ele não pode mais ser pilotado à distância e, se perder altitude, pode entrar numa espiral fatal e acabar caindo na Terra.


8. Quais as chances de um satélite artificial descontrolado cair numa região continental?
Do ponto de vista estatístico, como 3/4 do planeta é água, a conta é simples: a probabilidade de um satélite cair no oceano é de 75% e numa região continental apenas 25%.
Mas temos que lembrar que, antes de atingir o solo, o satélite terá que furar a atmosfera. E, como qualquer outro objeto com velocidade alta e que tenta atravessar uma massa gasosa, sofrerá uma intensa força de atrito aerodinâmico (que depende do quadrado da velocidade) e que dissipará boa parte da energia cinética(3) na forma de calor(4) que vai provocar superaquecimento e, certamente, combustão (veja na foto fragmentos da nave Columbia que se desintegrou na reentrada na atomosfera em 2003) . É muito provável que o satélite, ao pegar fogo, derreta e evapore antes mesmo de tocar a superfície do planeta. A chance de que sobre algum pedaço razoalvelmente grande para fazer estragos numa possível colisão em solo é bem pequena. Mas não é nula! 
E é aí que o governo americano parece estar preocupado. O satélite, até onde se sabe, deve ter o tamanho de um microônibus e massa entre 9 e 10 toneladas. Não é um objeto tão pequeno, o que aumenta as chances de que, mesmo após a queima na atmosfera, ainda possa sobrar um pedaço grande para provocar acidentes em solo.

9. O satélite carrega material radioativo?
Material radioativo não. Mas usa Hidrazina, líquido incolor e bastante tóxico cuja fórmula química é N2H4. Ele é bastante utilizado
como combustível em naves e satélites mono-propelentes(5). Estima-se que o satélite espião tenha algo entre 400 kg e 500 kg desta substância altamente tóxica. É bastante provável que a Hidrazina também seja evaporada na reentrada na atmosfera. Mas e se não for? E se, por algum motivo, o reservatório de combustível resistir melhor às condições adversas? E se a Hidrazina atingir uma região populada do planeta?
Embora as chances sejam mínimas, o simples fato de não serem nulas provoca alarde.

10. Não tem como manobrar o satélite e tentar uma queda forçada em local seguro?
Quando ainda é possível controlar minimamente o satélite à distância, dá para tentar fazer uma queda "controlada", evitando o choque com regiões continentais onde a probabilidade de haver cidades é grande. Dá para tentar uma queda forçada no oceano, com riscos mínimos para a população humana. Mas não parece ser o caso. Notícias dão conta de que, por ordem do presidente Geoge Bush, militares americanos vão tentar destruir o satélite utilizando um míssil lançado daqui da Terra.
Mas há quem acredite que o satélite possa não ser totalmente destruído pelo míssil e que possíveis fragmentos ainda possam cair na Terra.
Há rumores de que esta missão especial possa acontecer a qualquer momento a partir da volta do ônibus espacial Atlantis que deixou a ISS hoje e retorna à Terra nesta próxima quarta-feira.
Enquanto isso ficamos aguardando novidades sobre o fato que, embora já seja público, tem com certeza um caráter de sigilo militar.
Hoje correu a notícia de que o satélite espião pode cair na Polônia, numa região próxima à latitude de 52N. Mas tudo ainda é especulação porque o satélite, sem controle, está ao sabor da gravidade e a sua trajetória ainda não pode ser plenamente determinada.


Ficamos aqui torcendo para que o satélite espião, que vai com certeza cair nos próximos dias, queime totalmente na reentrada na atmosfera. Se sobrar algum pedaço que possa atingir o planeta, que seja bem pequeno e caia na água. Mas, se tiver que cair em terra, que seja bem na cabeça do presidente Bush. Ele bem que merece, não?!


(1) Órbitas equatoriais são aquelas que se encontram no plano do equador terrestre. Órbita polares estão num plano que passa pelos pólos (veja figura acima). Mas um satélite, dependendo do seu uso, pode ter uma órbita qualquer e que não seja nem equatorial e nem polar.
(2) CCD (Charge Coupled Device) ou dispositivo de carga acoplada é um conjuntos de sensores fotoeléticos dispostos em linhas e colunas, formando uma matriz, e que são capazes de receber luz e dar uma reposta elétrica. Assim formam-se as imagens digitais. Cada sensor da matriz equivale a um pixel. E quanto mais sensores, mais pixels, ou seja, maior poder resolução pois a imagem será mais rica em pontos.
(3) Energia cinética é a energia associada ao movimento e que depende da massa e do quadrado da velocidade do objeto.
(4) Calor é o termo que em Físca designa a energia térmica em trânsito, entrando ou saindo de um corpo e que, dentre outros efeitos, relaciona-se à variações de temperatura.
(5) Mono-propelente é o termo usado para foguetes ou satélites que usam um único tipo de combustível.
 

Já publicado aqui no Física na Veia!





Um forte abraço. E Física na Veia!
prof. Dulcidio Braz Júnior (@Dulcidio)
às 21h01





::
:: Clique e recomende este post para um amigo
::


 
  [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]  
 
 
 



Dulcidio Braz Jr
Físico/Professor, 49 anos

São João da Boa Vista
São Paulo/Brasil
  visitante(s) on line agora
Física na Veia!, um Blog Legal do UOL!
Clique e assine

Busca aqui no Física na Veia!
 
 

Clique para conhecer meu livro de Física Moderna
Sobre Física, você diria que:
Adora
Gosta, mas tem muita dificuldade em aprender
Não gosta, mas reconhece que é importante
Não gosta e acha bobagem
Odeia
Votar Ver resultado parcial





  ESPECIAIS TEMÁTICOS








Clique aqui e dê sua nota para o Física na Veia

Clique aqui e indique o Física na Veia para os amigos!





Add to Technorati Favorites