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::: PRIMEIRA FASE DA OBF 2005 :::
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Foto digital: Ronaldo Marin Montagem: Dulcidio Braz Jr |
Alunos em plena prova, a todo vapor, mostrando que têm Física na Veia! |
Acabo de chegar da primeira fase da OBF - OLIMPÍADA BRASILEIRA DE FÍSICA 2005, evento nacional realizado pela SBF - SOCIEDADE BRASILEIRA DE FÍSICA.
A primeira fase, com questões tipo teste, acontece nas próprias escolas, com provas elaboradas pela comissão organizadora do evento. Os alunos que passarem desta etapa farão a segunda fase, com questões discursivas, no dia 17 de setembro, sábado, das 13h às 17h, em suas respectivas sedes regionais. E a terceira e última fase acontece no dia 05 de novembro, sábado, das 9h às 11h30min (prova experimental para 1a e 2a séries) e das 13h às 17 h (prova teórica com questões discursivas para todas as turmas), nas sedes estaduais.
Os melhores alunos do Brasil na OBF conquistam o direito de disputar vaga nas equipes que defenderão o nosso país na olimpíadas internacionais de Física.
Desejo aos meus alunos e a todos os outros estudantes do Brasil que realizaram a primeira fase da OBF 2005 muito sucesso. E que venha a segunda fase! E Física na Veia!
Para saber mais
- Faça download das provas da primeira fase da OBF 2005. Clique aqui (dois arquivos PDF zipados, 759 kb).
- Faça download dos gabaritos. Clique aqui (PDF, 74Kb).
Já publicado no Física na Veia!
Um grande abraço. E Física na Veia!
prof. Dulcidio Braz Júnior (às 16h09)
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::: ESPIÕES EM MARTE :::
NASA/JPL
 Concepção artística da sonda MRO orbitando Marte
Durante muito tempo havia o mito de que homenzinhos verdes habitariam Marte. Muita gente temia que eles estariam bisbilhotando as nossas vidas de longe e que um dia até poderiam invadir a Terra. Essa crença popular parece ter tido origem em 1894 quando Percival Lowell (1855 - 1916) e Edward Emerson Barnard (1857 - 1923) fizeram observações astronômicas e encontraram evidências da presença de canais na superfície de Marte. Surgiu aí a hipótese de que poderiam ser canais artificiais feitos por uma suposta civilização inteligente marciana. A idéia tomou proporções gigantescas nas mãos de amantes da ficção científica. Uma obra que marca bem esta época é o livro The War Of The Worlds, do escritor inglês Herbert George Wells (1866-1946), publicado em 1898.
Na noite de 30 de outubro de 1938, véspera do Halloween (tradicional dia das bruxas americano), o ator/roteirista/diretor de cinema Orson Welles (1915 - 1985), que tinha o programa Mercury Rádio Teatro na CBS - Columbia Broadcasting System, em Nova Jersey, levou ao ar uma adaptação de The War Of The Worlds de H. G. Wells. Este programa de radio recriou a história num formato que simulava uma cobertura jornalística, com todos os requintes de rádio da época como, por exemplo, entrevistas ao vivo com pessoas que supostamente haviam visto as naves e cientistas universitários responsáveis pela resistência à invasão alienígena. Muitos ouvintes perderam a introdução do programa e, quando ligaram seus aparelhos de rádio, passaram a acreditar que a história contada de uma forma realística fosse verdade. O episódio provocou pânico e histeria coletiva em mais de meio milhão de pessoas.
Steven Spielberg acaba de lançar o filme Guerra dos Mundos, com roteiro adaptado da obra original de Wells e Tom Cruise como protagonista da história (clique aqui para ver site oficial desta produção).
Sabemos hoje que Marte não possui vida, pelo menos vida inteligente. E tudo indica que o que está acontecendo é o contrário do que narra a história de Wells: nós é que estamos invadindo Marte! Existe atualmente um verdadeiro arsenal de equipamentos humanos "espionando" Marte. E hoje, dia 12 de agosto, a NASA - Agência Espacial Americana lançou mais um artefato em direção ao planeta vermelho. Trata-se da sonda MRO - Mars Reconnaissance Orbiter que deverá chegar ao seu destino em março de 2006 e orbitar Marte até o final desta década, período em que ficará fazendo medidas com seus seis instrumentos de bordo, dentre eles um radar que pode fazer observações abaixo do solo marciano, além de um espectrômetro capaz de análises químicas de precisão.
O diferencial da sonda MRO, segundo a NASA, é sua capacidade de coletar e enviar dados à Terra numa proporção dez vezes maior que outros instrumentos já enviados para Marte.
O grande interesse por Marte reside no fato de que a NASA pretende nas próximas décadas enviar uma missão tripulada para lá. Depois da conquista da Lua em julho de 1969, este será sem dúvida um outro grande marco na história da astronáutica.
Para saber mais
Já publicado aqui no Física na Veia!
Um grande abraço. E Física na Veia!
prof. Dulcidio Braz Júnior (às 14h08)
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::: LANÇADO O THAICOM-4 :::
www.skyrocket.de
 Concepção artística do Thaicom-4
Foi lançado hoje o Thaicom-4, o maior satélite civil de telecomunicações da história com o tamanho aproximado de um carro (cerca de 5 m) e pouco mais de 6.700 kg de massa.
O satélite geoestacionário pertence à operadora Tailandesa Shin Satellite e vai prover acesso à internet e serviços multimídia para o sudeste asiático, Austrália e Nova Zelândia por um tempo estimado de pelo menos 12 anos.
Satélites geoestacionários têm órbita no plano do equador terrestre e período de 24h. Desta forma ficam em repouso em relação a um ponto fixo no planeta pois acompanham o movimento de rotação da Terra. Você aponta uma antena retransmissora daqui da Terra para o satélite e ele fica sempre na mira, 24 h por dia, garantindo transmissão de sinais em tempo integral.
O Tahicom-4 foi lançado da Guiana Francesa, ponto de baixa latitude, ou seja, próximo ao equador terrestre. Bases de lançamento de satélites geralmente ficam em baixas latitudes. Embora a rotação da Terra seja constante (360 graus/24 h = 15 graus/h), quanto mais distante estivermos do eixo de rotação, maior será a nossa velocidade tangencial. Em qualquer ponto do equador esta velocidade tangencial é máxima e pode, de uma forma inteligente, ser usada para "arremessar" o satélite com uma velocidade inicial maior. E, como um satélite geoestacionário terá órbita coplanar ao equador, a distância que terá que viajar do ponto de lançamento até a órbita será menor. Ganhamos na velocidade e na distância. Em outras palavras, é uma forma inteligente de economizar energia nos procedimentos de lançamento, minizando custos operacionais.
Eu já discuti aqui no Física na Veia! o interessante problema físico das órbitas que nada mais é que um belo "truque" gravitacional. Confira o post clicando aqui para entender melhor a mecânica orbital que vai manter o Thaicom-4 girando ao redor da Terra por mais de uma década. Eu discuto neste post a órbita do telescópio espacial Hubble, que também é um satélite da Terra. Embora ele não seja exatamente um satélite geoestacionário, as idéias e os cálculos são os mesmos, mudando apenas alguns parâmetros físicos.
Já publicado aqui no Física na Veia!
Um grande abraço. E Física na Veia!
prof. Dulcidio Braz Júnior (às 22h11)
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::: TURISMO ESPACIAL :::
www.spaceadventures.com
A empresa americana Space Adventures vai oferecer pacotes de turismo para a Lua a partir de 2008. A lotação da nave Soyuys TMA a ser usada neste passeio turístico espacial é de duas pessoas! Sim, somente duas pessoas por vez! E a passagem individual custa a bagatela de US$ 100 milhões! Isso para ver a Terra do espaço e dar uma volta em órbita da Lua a uma altitude de cerca de 100 km.
Eu tenho alguns alunos que viajam para a Lua rotineiramente, a cada aula, a um custo de uma mera mensalidade escolar. Bem mais em conta! 
Uma outra opção barata para quem como eu está sem essa grana toda é visitar o serviço Google Moon, do Google, que foi ao ar em julho deste ano em comemoração à primeira viagem do homem à Lua realizada em 20 de julho de 1969. Neste site é possível navegar por uma mapa da Lua, dar zoom para ver detalhes, e ainda ver os locais de pouso das missões Apollo. Muito bacana!
Já publicado aqui no Física na Veia!
Um grande abraço. E Física na Veia!
prof. Dulcidio Braz Júnior (às 14h59)
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::: A ANTI-ROSA :::
 A Rosa de Hiroshima
(Vinícius de Moraes) Pensem nas crianças Mudas telepáticas Pensem nas meninas Cegas inexatas Pensem nas mulheres Rotas alteradas Pensem nas feridas Como rosas cálidas Mas oh não se esqueçam Da rosa da rosa Da rosa de Hiroshima A rosa hereditária A rosa radioativa Estúpida e inválida A rosa com cirrose A anti-rosa atômica Sem cor, sem perfume Sem rosa, sem nada
Hoje, 9 de agosto, faz 60 anos que o Japão foi bombardeado covardemente por uma segunda bomba atômica(1) em Nagasaki. Três dias antes, em 6 de agosto de 1945, Hiroshima foi varrida do mapa, também por um bombardeio atômico(2). No dia 15 de agosto o Japão rendeu-se, devastado.
Infelizmente, a belíssima E = m.c² de Albert Einstein (1879-1955)(3), que de uma forma tão simples nos revela algo tão impressionante conhecido como conversão massa-energia, ficou menos bela.
A pedido de alguns visitantes do Física na Veia!, resolvi escrever este pequeno post, oportunidade para ratificar o desejo das pessoas de bem de que a energia nuclear nunca mais seja usada pela humanidade com a intenção de destruir.
(1) A bomba de Nagasaki, apelidada de Fat Man, baseava-se na fissão nuclear (quebra do núcleo atômico) e usava o plutônio. O numero estimado de vítimas fatais imediatas em Nagasaki é de 80 mil pessoas. (2) A bomba de Hiroshima, cujo apelido era Little Boy, usava urânio e também era bomba de fissão. Estima-se que 130 mil pessoas morreram após este ataque, dentre elas cerca de 40 mil crianças. Entre Hiroshima e Nagasaki estima-se mais de 300.000 mortos se computarmos as vítimas que não morreram na hora da explosão. (3) Tanto na fissão (quebra do núcleo) quanto na fusão (união de núcleos), se medirmos a massa dos átomos "antes" e "depois", notaremos uma diferença "m" também chamada de defeito de massa. Segundo Einstein, mesmo sendo pequena, essa diferença "m" de massa corresponde a uma energia "E" enorme pois, de acordo com a equação E = m.c², a massa "m" será multimplicada por "c²" (o quadrado da velocidade da luz), um número enorme aproximadamente igual a 9.1016. Este é o segredo da brutal energia "escondida" nos processos nucleares como as fusões termonucleares que acontecem nos interiores estelares, por exemplo.
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Um grande abraço. E Física na Veia!
prof. Dulcidio Braz Júnior (às 17h13)
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::: DE VOLTA PRA CASA :::
NASA
 Momento exato em que a Discovery toca o solo e pousa
Discovery touches down! Era o que todos queríamos ouvir para ter a certeza de que o ônibus espacial pousou com segurança.
Depois de muita tensão no espaço, a missão STS114 do ônibus espacial Discovery, batizada de Return To Flight, terminou com 100% de sucesso. Por causa das más condições do tempo na Flórida, o que já havia adiado o retorno da nave em um dia, o pouso aconteceu na Califórnia, na base aérea Edwards, às 9h12min (horário de Brasília).
Por questões de segurança, o próximo vôo do ônibus espacial Atlantis está suspenso por tempo indeterminado. Isso se deve ao fato de que houve um inesperado desprendimento de material do tanque principal de combustível que atingiu a fuselagem da Discovery durante o lançamento, algo parecido com o que ocorreu com o Columbia em 2003 e que, com menos sorte, danificou a nave de forma irreversível causando superaquecimento e explosão na reentrada da atmosfera.
Acompanhe aqui, direto do site da NASA, os acontecimentos durante a manobra de retorno minuto a minuto.
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Um grande abraço. E Física na Veia!
prof. Dulcidio Braz Júnior (às 08h13)
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::: PODCAST ESPACIAL :::
NASA
 Discovery em órbita ao redor da Terra vista ao fundo
O ônibus espacial Discovery completou a sua missão no espaço. Desacoplou da ISS - Estação Espacial Internacional no sábado e ficou de prontidão para as manobras de regresso. Ele deveria ter voltado para a Terra hoje mas o mau tempo fez com que a NASA - Agência Espacial Americana adiasse a manobra para amanhã, terça-feira. Apesar da aparente confiança, especialmente depois das inspeções na nave e o conserto feito em pleno espaço, os cientistas da NASA não querem correr nenhum risco na volta da Discovery e esperam um momento meteorológico mais favorável para o pouso. Não há dúvida de que, apesar dos riscos minimizados, ainda paira um clima de tensão no ar.
NASA
O astronauta Stevie Robinson (na foto, dentro da ISS), gravou uma mensagem diretamente do espaço, supostamente na véspera da sua volta para a Terra (ele ainda não sabia que a volta do ônibus espacial seria adiada). A NASA disponibilizou o material em mp3, o que está sendo considerado o primeiro podcast(*) do espaço. Maestro Billy que se cuide!
Para ouvir o podcast espacial, clique aqui. Para ler o seu conteúdo (em inglês), clique aqui.
Ficamos por aqui na torcida para que o regresso da Discovery transcorra com total segurança. Além da integridade da tripulação da nave, que é muito importante, o sucesso total da missão é fundamental para a continuidade do programa espacial e nossas possibilidades de viajarmos cada vez mais longe.
(*) Podcast é uma nova mania da internet. É uma espécie de 'programa de rádio', feito em casa ou em estúdio, com comentários e até mesmo música, geralmente em MP3. Ele fica disponível em sites e blogs e você baixa para seu micro ou seu tocador de MP3 para ouvir na hora em que quiser. Masestro Billy, DJ oficial do programa Caldeirão do Huck da Rede Globo, é um dos pioneiros do podcasting no Brasil. Confira os podcastings do Billy em MaestroBilly.blog.uol.com.br.
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Um grande abraço. E Física na Veia!
prof. Dulcidio Braz Júnior (às 17h05)
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::: ARTE CIÊNCIA NO PALCO :::
foto digital: Ronaldo Marin
 o ator/autor Oswaldo Mendes e o prof. Dulcidio Braz Jr, em momento de descontração após a estréia
Se a Física é uma ciência experimental, o teatro é uma arte experimental. E o espetáculo A Dança do Universo, a mais nova montagem do grupo teatral Arte Ciência no Palco, ratifica o caráter experimentalista do teatro, especialmente o teatro deste genial grupo que tem a Física e a ciência como fio condutor dos seus espetáculos.
Em A Dança do Universo, grandes personagens da Física como Galileu, Kepler, Newton, Einstein e Schenberg, dentre outros, saltam de um ator para outro. É como se o personagem fosse um estado quântico a ser ocupado pelo ator. Desta forma, não existe um personagem definido para cada ator ou atriz. As personalidades vão dançando entre os sete atores/atrizes no palco. Puro experimentalismo.
E o que parece ser o caos, na verdade é a mais pura organização do pensamento, valorizado não por quem o representa no palco mas por quem o representou na real história da ciência. No palco, qualquer um pode ocupar o estado Newton, Einstein ou Schenberg, por exemplo. O que importa é o estado em si e não quem o ocupa. É uma forma criativa de, através da arte, expor idéias e conflitos científicos e humanos que levam o espectador à inevitáveis reflexões sobre si mesmo e a sua relação com o universo do qual faz parte.
E posso fazer tal afirmação pois fui um dos espectadores presentes na casa lotada na estréia deste espetáculo no último sábado, dia 6 de agosto, no teatro João Caetano em São Paulo (veja a foto ao lado que mostra a platéia aplaundindo em pé ao final do espetáculo). A convite do ator Oswaldo Mendes, que escreveu o texto inspirado no livro A Dança do Universo de autoria do físico Marcelo Gleiser, tive o prazer de viajar por 80 minutos, como observador num referencial privilegiado, através história da ciência e conviver com personagens fundamentais da aventura do conhecimento que teima em se sobrepor à ignorância. Na platéia, além de admiradores do teatro e da ciência, vi grandes nomes da intelectualidade científica atual como o físico Ernst W. Hamburguer (USP) e o matemático Ubiratan D´Ambrósio (Unicamp), confirmando a importância do grupo ACP no nosso cenário cultural.
Recomendo o espetáculo que fica em cartaz durante todo o mês de agosto, de quinta a sábado às 21h e aos domingos às 19h. Em setembro e outubro A Dança do Universo continua em cartaz mas divide o tempo e o espaço com outros espetáculos do repertório do grupo que voltam num rodízio digno do Ano Mundial da Física. Confira a agenda do grupo ACP.
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prof. Dulcidio Braz Júnior (às 15h01)
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::: UM DIA TÍPICO DE FÍSICA NA VEIA :::
Sábado, 6 de agosto, foi um inesquecível dia de Física na Veia!
Das 9h às 18h aconteceu o Seminário Sobre Ensino de Física
promovido pela APROFI - Associação Paulista dos Professores de
Física e CEU - Centro de Extensão Universitária. Foram
5 palestras ao todo, focando assuntos de interesse dos professores de
Física.
À noite, no teatro João Caetano, aconteceu a estréia da Peça teatral
"A Dança do Universo", fechando um dia inteiro de muita
Física.
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9h00min - no
CEU |
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A Física da
Música [Carlos Alexandre W. de Souza] Astrônomo,
pesquisador e professor de pós-graduação do INPE - Instituto Nacional de
Pesquisas Espaciais

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11h00min - no CEU |
-
A Física do Ensino Médio e a Pesquisa
Aeroespacial[Petrônio Noronha de
Souza]
Presidente da AAB - Associação Aeroespacial Brasileira e
pesquisador do INPE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais 
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| 14h00min - no CEU |
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Ficção Científica -
Experiências em Sala de Aula [Paulo Henrique C. Neiva de Lima
Jr.] Astrônomo e presidente da APROFI - Associação Paulista dos
Professores de Física

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| 15h15min - no CEU |
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A Física Moderna no Ensino
Médio - Como Tirar 100 Anos de Atraso [Dulcidio Braz
Jr.] Físico, pesquisador pelo DEQ - Unicamp. Atualmente, professor do
ensino médio e autor do livro Tópicos de Física Moderna

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| 17h00min - no CEU |
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História da Ciência
nas Aulas de Física [Jorge Pimentel
Cintra] Livre docente pela Escola Politécnica da USP e professor de
filosofia da Ciência e da Técnica

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| 21h00min - no teatro João
Caetano |
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A Dança do
Universo [Grupo Arte Ciência no Palco] Espetáculo
Teatral de Oswaldo Mendes inspirado no livro homônimo do físico Marcelo
Gleiser

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fotos das palestras: Ronaldo Marin - foto
da peça: site do Grupo ACP |
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Um grande abraço. E Física na Veia!
prof. Dulcidio Braz Júnior (às 09h57)
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Dulcidio Braz Jr Físico/Professor
BRASIL, Sudeste, SAO JOAO DA BOA VISTA, Homem, de 36 a 45 anos
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