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::: EINSTEIN NO CALDEIRÃO :::
www.caldeiraodohuck.globo.com
 Covers de Elvis Presley, Gene Simmons (Kiss), Janis Joplin, Slash (Guns'n'Roses), Renato Russo e Raul Seixas aguardando o resultado ao lado do apresentador Luciano Huck
Por indicação do amigo blogueiro e podcasteiro(*) Maestro Billy (o mesmo que deixou comentário no post anterior), fui assistir ao Caldeirão do Huck, programa apresentado por Luciano Huck na Rede Globo de Televisão nas tardes de sábado. Billy, que é o DJ oficial do Caldeirão, avisou em post no seu blog que o programa já gravado comemorava 50 Anos de Rock e estava muito legal trazendo um concurso de covers de roqueiros famosos.
Billy estava certo, foi muito legal mesmo. Mas, para minha surpresa, Huck vestiu-se de Einstein, lembrou que estamos comemorando 100 anos da Teoria da Relatividade e saiu às ruas do Rio de Janeiro para "testar" esta teoria que considera o tempo relativo, ou seja, prediz que tempo passa de forma diferente para diferentes observadores notadamente para velocidades não desprezíveis em relação à velocidade da luz.
Apesar do tom descontraído e sem maiores pretensões científicas, achei a iniciativa muito legal! O público alvo do Caldeirão é formado basicamente por jovens em idade escolar. E falar de Física Moderna para jovens estudantes é, além de divertido, fundamental para quebrar barreiras de preconceito para com esta matéria geralmente tão maltratada por aí.
Nada como um Ano Mundial da Física para colocar Einstein e a própria Física em destaque. E ainda estamos na metade de 2005! Que venham os próximos 6 meses de festa e Física na Veia!
(*) Billy é um dos pioneiros do podcasting no Brasil. Para quem ainda não sabe, podcasting, que é uma nova mania da internet, é uma espécie de 'programa de rádio', feito em casa ou em estúdio, com comentários e música, geralmente em MP3. Ele fica disponível em sites e blogs e você baixa para seu micro ou seu tocador de MP3 para ouvir na hora em que quiser. Confira os podcastings do Billy em MaestroBilly.blog.uol.com.br.
Um grande abraço. E Física na Veia!
prof. Dulcidio Braz Júnior (às 15h08)
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::: SEMINÁRIO SOBRE O ENSINO DE FÍSICA :::

Acontece no próximo dia 6 de agosto, em São Paulo, no CEU - CENTRO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA, o Seminário Sobre Ensino de Física.
O evento é promovido pela APROFI - Associação Paulista dos Professores de Física e pelo CEU - CENTRO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA.
Convidado pela APROFI , terei o prazer de proferir a terceira palestra falando sobre meu projeto de Ensino de Física Moderna (Relatividade, Quântica e Cosmologia) para jovens estudantes do Ensino Médio.
Confira abaixo a programação oficial:
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::: PROGRAMAÇÃO :::
9h - Abertura
9h15 - A Física da Música Prof. Dr. Carlos Alexandre W. de Souza - Astrônomo e pesquisador, Professor de pós-graduação do INPE - Instituto de Pesquisas Espaciais
11h - A Física do Ensino Médio e a Pesquisa Aeroespacial Prof. Dr. Petrônio Noronha de Souza - Presidente da AAB - Associação Aeroespacial Brasileira e pesquisador do INPE
12h30 - Almoço
14h - Ficção científica - experiências para sala de aula Prof. Dr. Paulo Henrique C. Neiva de Lima Jr - Astrônomo pelo ITA e Coordenador-Geral da Olimpíada Reg.de Física do Vale do Paraíba
15h15 - A Física Moderna no Ensino Médio - Como Tirar 100 Anos de Atraso Prof. Dulcidio Braz Jr - físico, pesquisador pelo DEQ (Departamento de Eletrônica Quântica)/Unicamp. Atualmente professor do Ensino Médio e autor do livro "Tópicos de Física Moderna".
16h30 - Intervalo
17h - Filosofia da Ciência nas aulas de Física Prof. Dr. Jorge Pimentel Cintra - Livre docente pela Escola Politécnica da USP e Professor de Filosofia da Ciência e da Técnica
18h - Assembléia e eleição da nova diretoria da APROFI
19h - Encerramento |
MaIores informações podem ser obtidas nos sites da APROFI e do CEU, pelo telefone (11) 3251-5377 ou ainda através do e-mail educacao@ceu.org.br.
Um grande abraço. E Física na Veia!
prof. Dulcidio Braz Júnior (às 15h52)
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::: OLIMPÍADAS DE FÍSICA 2005 :::

Até agosto encontram-se abertas as inscrições para a OPF - Olimpíada Paulista de Física e também para a OBF - Olimpíada Brasileira de Física.
A OPF é promovida pela APROFI - Associação Paulisa dos Professores de Física. A OBF é um evento da SBF - Sociedade Brasileira de Física.
Os links para maiores informações são:
Por aqui já estamos inscritos nestes dois eventos imperdíveis.
Um grande abraço. E Física na Veia!
prof. Dulcidio Braz Júnior (às 15h17)
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::: AS MAIS BELAS IMAGENS DO TEMPEL 1 :::
Não deixe de ver.
| Clique nas imagens abaixo para... |
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... ver clarão 5 min após o impacto do projétil contra o cometa (câmera de alta resolução da sonda) |
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... ver detalhes do formato de "batata" do Tempel 1 (câmera de alta resolução da sonda) |
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... ver vídeo - Quick Time - 700 kb (câmera do Impactor) mostrando a aproximação do prójétil até o momento final do impacto |
| Material da NASA/JPL |
Um grande abraço. E Física na Veia!
prof. Dulcidio Braz Júnior (às 19h04)
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::: QUEM MEXEU NO MEU COMETA? :::
Acabo de ler uma nótícia no mínimo hilária na Folha de São Paulo. Trascrevo-a abaixo.
"Astróloga processa Nasa por choque entre projétil e cometa da Reuters
Uma astróloga russa está processando a Nasa em Moscou por ter alterado seus mapas astrais ao fazer com que a Deep Impact colidisse com o cometa Tempel 1. Segundo a imprensa local, ela está pedindo ressarcimento por perdas no valor de US$ 300 milhões.
"É óbvio que os elementos da órbita do cometa, e sua efeméride correspondente, irão mudar após a explosão, o que interfere com meu trabalho de astrologia e distorce meus horóscopos", disse Marina Bai em documentos enviados ao diário russo "Izvestia".
Uma porta-voz do tribunal em Moscou confirmou que o caso era verídico, mas não soube informar quando será a primeira audiência.
Os cientistas da agência espacial americana já afirmaram diversas vezes que a órbita do cometa não seria alterada pelo choque. Eles comparam a colisão da Deep Impact com o Tempel 1 ao encontro de uma mosca com um avião de passageiros viajando em velocidade de cruzeiro. Como se não bastasse, colisões desse tipo ocorrem o tempo todo no espaço.
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É difícil acreditar que isso possa ser mesmo verdade. Mas vamos aguardar mais notícias.
Ale Carvalho do blog Karapanã deixou comentário aqui no Física na Veia! sobre esta notícia (veja comentários do post "O Que o Hubble Viu", logo abaixo) e também blogou sobre o fato pitoresco.
::: BOTANDO UM POUCO DE ASTRONOMIA NESSA HISTÓRIA
Sabemos que a posição aparente do Sol ao longo de um ano vai varrendo as constelações zodiacais. Segundo a Astrologia, que até onde eu sei não tem nenhum fundamento científico, o signo solar de uma pessoa corresponde à constelação sobre a qual estava o Sol no momento do seu nascimento.
Eu nasci em 05/11/1963 e sempre me disseram que sou do signo de escorpião. Isso quer dizer que em 05/11/1963 o Sol deveria estar dentro dos limites da constelação de escorpião, que aliás é belíssima. No entanto, sempre que simulo a posição do sol no dia do meu nascimento (e já fiz isso em muitos softwares diferentes e confiáveis), nunca dá certo! Veja abaixo as três figuras com simulações para a posição do Sol no dia 05/11 para três diferentes anos: 1.000, 1.963 e 2.500. Para facilitar o entendimento das figuras, marquei o Sol com a letra S. A linha verde inclinada chama-se eclíptica e nos mostra o caminho aparente do Sol sobre as constelações ao longo do ano. As fronteiras das constelações estão indicadas com traço ocre. Confira:
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I) Se eu tivesse nascido em 05/11/1.000, seria mesmo de escorpião. |
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II) Em 05/11/1963, data do meu nascimento, o Sol estava em libra. Mas sempre me disseram que sou escorpião! Como? |
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III) Quem nascer em 05/11/2.500 terá o Sol em virgem. Virgem santa! E o escorpião, onde foi parar novamente? |
Há uma nítida discrepância entre as previsões astronômicas e as astrológicas, não? Deixo duas perguntinhas básicas para quem puder/souber me explicar:
1) Qual é, segundo a Astrologia, o meu signo solar verdadeiro? 2) Signo lunar, analogamente ao signo solar, é definido como o signo sobre o qual se encontra a Lua no momento do nascimento da pessoa. Sempre ouvi dizer que para a Astrologia interessam o Sol e a Lua. E também os planetas, por causa do ascendente, se não estou enganado. Mas: 2.a) Existe alguma previsão astrológica associada à cometas? Nunca ouvi dizer que mapas astrológicos computam órbitas de cometas. 2.b) Será que esta senhora russa tem noção da quantidade enorme de cometas e outros objetos menores do Sistema Solar na Nuvem de Oort e no Cinturão de Kuiper? Tudo isso influenciaria o nosso comportamento? Isso é pior do que Matrix!
Aguardo comentários... quem sabe explicações.
::: E UMA PITADA DE FÍSICA, PRA TERMINAR
Será que o Impactor, projétil lançado pela sonda Deep Impact, teria condições de mudar a órbita do cometa Tempel 1.
Vamos analisar o problema no referencial do cometa de massa M onde ele supostamente está parado no momento do impacto (V = 0). Pelo Princípio da Conservação da Quantidade de Movimento, supondo colisão inelástica, ou seja, considerando que o projétil acopla-se no cometa e não há perda de massa para o espaço, por aproximação), teremos:

O resultado obtido acima nos mostra que, como a massa m do Impactor é muito menor que a massa M do cometa (m << M), o fator m/(M+m) é minúsculo. Logo, a velocidade V´do cometa após o impacto é praticamente a mesma de antes do impacto. Não muda nada! É algo mais ou menos parecido com o que acontece quando você está viajando de carro e um inseto de massa m choca-se contra o pára-brisa do veículo de massa M. Você nota alguma mudança drástica na velocidade do carro? Ele tende a sair para fora da pista ou mudar a sua trajetória? É claro que não! A gente nem sente o impacto do inseto que se esborracha no vidro. E a explicação física é a mesma: m << M, a massa m é desprezível frente ao valor de M. O inseto não faz nem cócegas no automóvel!
Foi mais ou menos o que a NASA fez, cócegas no cometa, que deve estar rindo até agora, como eu estou rindo desta astróloga russa! Tem picareta e gente oportunista em todos os cantos, não?
Um grande abraço. E Física na Veia!
prof. Dulcidio Braz Júnior (às 15h50)
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::: VENCEDORES DO CONCURSO :::
Para comemorar os 10.000 visitantes do Física na Veia! lancei um concurso.
A proposta era completar a frase "Física é legal porque..." com no máximo trinta palavras.
Chegaram frases bacanas de todo o Brasil. E o mais legal é que a maioria veio de jovens estudantes.
E, quando estamos chegando a quase 15.000 visitantes, saiu o resultado. E os vencedores foram:
- Edinei Oliveira Chagas - Caconde/SP
"Física é legal porque me permite conhecer o futuro! Suas fórmulas e equações são a poesia do Universo"
- Rodolfo Rehder dos Santos - São João da Boa Vista/SP
"Física é legal porque mesmo com suas fórmulas e leis, em nenhum momento impõe regras e limites à imaginação"
De acordo com o regulamento, os vencedores serão avisados por e-mail para combinarmos a entrega dos prêmios que são:
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- 1 exemplar do livro Tópicos de Física Moderna - Dulcidio Braz Jr - Ed. Companhia da Escola
- 1 poster oficial do World Year of Physics
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Ajudaram-me na escolha das frases:
- Ronaldo Marin, artista plástico, diretor teatral, mestre em Semiótica Aplicada à Inteligência Artificial pelo Instituto de Artes da Unicamp e professor de Física e Astronomia.
- Vagner Sebastião, graduado em Letras pela Unicamp, é pesquisador na área de Língüística Aplicada pelo CNPq/Unicamp e na área de Teoria Literária pela Unicamp, professor de Português e Inglês.
Parabéns a todos os participantes. E até o próximo concurso aqui do Física na Veia!.
Um grande abraço. E Física na Veia!
prof. Dulcidio Braz Júnior (às 20h08)
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::: O QUE O HUBBLE 'VIU' :::
HST/NASA/ESA

A figura acima (clicável) mostra como o telescópio espacial Hubble "viu" a colisão do Impactor contra o cometa Tempel 1.
Imagem 1 - à esquerda Feita um minuto antes do impacto.
Imagem 2 - no meio Feita 15 minutos depois do impacto, mostra o cometa cerca de quatro vezes mais brilhante do que antes da colisão. Uma nuvem de poeira e gás que se desprenderam do cometa já pode ser observada, afastando-se do núcleo(*) do cometa.
Imagem 3- à direita Feita 62 minutos depois do impacto, quando a nuvem de poeira e gás tem cerca de 1.800 km, afastando-se do núcleo(*).
Com estas informações podemos calcular a velocidade V média com que o material ejetado do cometa se afasta dele. A figura 3 foi feita 62 minutos (~ 1h) depois do impacto. O material viajou cerca de 1.800 km neste intervalo. Logo temos um deslocamento de DS = 1.800 km em cerca de Dt = 1h, o que nos dá:
V = DS/Dt = 1.800 km / 1 h = 1.800 km/h
É um valor equivalente a mais ou menos o dobro da velocidade de um avião comercial a jato.
| (*) O núcleo do cometa Tempel 1 |
NASA/JPL
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A foto ao lado, feita pela câmera do projétil Impactor 1 minuto antes da colisão, mostra detalhes do núcleo do cometa Tempel 1 que é sólido, feito de material congelado e curiosamente tem a forma de uma "batata", com cerca de 14 km no comprimento e 4 km de largura. |
Um grande abraço. E Física na Veia!
prof. Dulcidio Braz Júnior (às 13h42)
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::: NA MOSCA :::
NASA/JPL
 Imagem feita pela sonda logo após o impacto
O cometa Tempel 1 foi atingido pelo Impactor. O experimento foi realizado com sucesso.
Agora resta-nos aguardar os resultados da análise dos dados obtidos e mais fotos e vídeos que deverão ser publicadas ao longo destes dias.
Enquanto isso, saiba mais no Site Oficial da Missão. Não deixe de ver este Vídeo (Quick Time - 480 kb) feito pela câmera do Impactor mostrando a aproximação do projétil até a colisão.
Um grande abraço. E Física na Veia!
prof. Dulcidio Braz Júnior (às 07h53)
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::: DEEP IMPACT NA TV :::

O experimento Deep Impact também pode ser visto na TV via internet.
- NASA TV - Site da NASA TV (Agência Espacial Americana)
- ESA TV - Site da ESA TV (Agência Espacial Européia)
Veja também, no post anterior, mais links de interesse sobre a sonda Deep Impact.
Um grande abraço. E Física na Veia!
prof. Dulcidio Braz Júnior (às 19h00)
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::: A CAMINHO :::
NASA
 Imagem do cometa Tempel 1 tomada a 808.478 km de distância
A imagem acima foi feita pela câmera do Impactor, nome do projétil da sonda Deep Impact que foi lançado com sucesso pela sonda mãe e já se encontra a caminho do cometa Tempel 1. Esta câmera funciona como um olho que fará com que o Impactor trace uma rota de colisão com o alvo.
Os telescópios espaciais Chandra, Hubble e Spitzer já estão voltados para o cometa e aguardando o momentos de registrar o impacto. Aqui da Terra, cerca de 30 observatórios já estão a postos para registrar o evento. Dentre eles, o NOAO-Gemini.
Enquanto aguarda o impacto, confira as imagens na Galeria do Tempel 1 (NASA).
Já publicado aqui no Física na Veia!
Um grande abraço. E Física na Veia!
prof. Dulcidio Braz Júnior (às 17h38)
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::: DEEP IMPACT ... ESTÁ CHEGANDO A HORA :::
NASA
 Visão artística do experimento espacial da NASA
Estamos todos aguardando um experimento espacial que tem tudo para se tornar um marco na história das pesquisas astronômicas e que vai acontecer no início da próxima madrugada, a menos de 14h do horário de publicação deste post.
Estou falando da colisão do projétil de 372 kg que será lançado da sonda Deep Impact e que, com velocidade v = 37.000 km/h (ou cerca de 1.000 m/s), vai chocar-se com o cometa Tempel 1 carregando uma energia cinética da ordem de 186 milhões de joules, energia que se imagina seja suficiente para provocar um belo estrago no cometa, abrindo um buraco suficiente para podermos espiar e fotografar lá dentro.
Clique aqui para ver um material multimídia sobre o experimento Deep Impact preparado pela NASA (Agência Espacial Americana).

A imagem acima, de 21 de junho, com uma foto do cometa em detalhe, nos mostra as primeiras análises espectrais (gráfico) que já estão sendo feitas na tentativa de determinar a composição química do cometa. Este experimento pode ser muito importante para sabermos com bastante certeza do que é feito um cometa.
Fique ligado aqui no Física na Veia! que vai cobrir este evento trazendo para seus visitantes as mais quentes notícias e material fotográfico.
Já publicado aqui no Física na Veia!
Um grande abraço. E Física na Veia!
prof. Dulcidio Braz Júnior (às 11h47)
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Dulcidio Braz Jr Físico/Professor
BRASIL, Sudeste, SAO JOAO DA BOA VISTA, Homem, de 36 a 45 anos
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