::: FIM DE SEMANA OLÍMPICO :::

Hoje pulei cedo da cama, logo às 5h30min. É que fui dar uma força para os alunos que foram fazer a prova final da OBF (Olimpíada Brasileira de Física), na USP, São Carlos-SP.

Amanhã acordo ainda mais cedo pois uma outra turma de alunos sai para o ITA, São José dos Campos-SP, às 5h da madruga. Eles vão fazer a prova final da OBF (Olimpíada Brasileira de Física).

Temos 7 finalistas olímpicos aqui na escola em 2004, 2 na OBF e 5 na OPF. Os feras são:

  • OBF: Nathália (1a série) e Thiago (3a série).
  • OPF: Américo (1a série), Andrés (1a série), Matheus (1a série), Poliaque (3a série) e Vander (3a série).

O legal de acordar cedo, além da nobre causa olímpica, é poder observar Vênus, Júpiter, Marte e Saturno ao amanhecer (veja os posts anteriores "Show de Planetas na Madrugada" e "Planetas Grudadinhos" dos dias 4 e 5 de novembro, respectivamente).

Estamos torcendo bastante por estes excelentes alunos! É Física na Veia!





Um forte abraço. E Física na Veia!
prof. Júnior (@Dulcidio)
às 17h05





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  ::: A FÍSICA DO ANIVERSÁRIO :::

A Terra fatiada original, que depois da minha arte virou 'bolo de aniversário', é do site www.on.br 

Vivemos num imenso carrossel chamado Sistema Solar (a figura do post anterior representa uma parte do Sistema Solar e nos dá uma idéia desta analogia com o carrossel).

Estamos todos montados no "cavalinho azul" deste "carrossel", o planeta Terra, o terceiro a contar do centro. Junto com ele, viajamos sem parar ao redor do Sol, completando uma volta a cada ano (365 dias aproximadamente).

Fazer aniversário nada mais é do que completar nova volta neste enorme "brinquedo", volta esta que é contada a partir do momento do nascimento.

Como o planeta Terra retorna para o mesmo ponto da órbita do momento do nascimento, então a paisagem se repete. Refiro-me à paisagem das estrelas e do céu profundo que, mesmo tendo movimentos próprios, não podem ser detectados pois estão muito distantes da Terra. Já os planetas, estes mudam de lugar pois estão no mesmo "carrossel" em que a Terra, mais para dentro ou mais para fora, mais perto ou mais longe do centro. Aliás, a palavra planeta significa "astro errante" por isso mesmo.

Hoje estou completando mais um ano de vida, mais uma volta neste "carrossel celeste", ou como se costuma dizer, faço aniversário! Se eu olhar para o céu à noite (e com certeza o farei), vou ver exatamente as mesmas constelações, nas mesmas posições em que estavam no dia em que nasci. É como voltar no tempo!

Para comemorar esta data com você, visitante do Física na Veia!, estou escrevendo este texto e apresentando uma visão mais cosmológica de aniversário. Espero que goste.

Aproveito para lançar um desafio. Use imaginação e geometria da circunferência, além de uma pitadinha de Física.

O desafio é o seguinte: quantos anos de vida eu estou completando? Para descobrir, saiba que do meu nascimento até hoje, já percorri cerca de 36,9 bilhões de quilômetros ao redor do Sol, de carona com a Terra, que dista aproximadamente 150 milhões de quilômetros do centro do Sistema Solar, o Sol. Para facilitar as contas, aproxime as órbitas elipticas para circunferências perfeitas e considere que o "número pi" vale 3 redondo. Fácil?!

Ah... sim... nada de olhar no meu perfil para delimitar o intervalo de valores possíveis da minha idade e maximizar as chances de acerto por chute, certo?! Não apele, faça as contas!





Um forte abraço. E Física na Veia!
prof. Júnior (@Dulcidio)
às 16h42





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  ::: PLANETAS GRUDADINHOS :::

Vista parcial do Sistema Solar
Vista parcial do Sistema Solar para o dia 5  de  novembro,  com
as órbitas em escala real. Os planetas foram representados por
esferinhas fora de  escala,  embora  as  suas posições  relativas
estejam exatas.

Por que Júpiter e Vênus pareciam estar tão próximos no céu nesta madrugada de 5 de novembro (leia dica astronômica no post anterior)? Eles ficaram mesmo tão "grudadinhos" ?

Não. Na verdade Júpiter e Vênus estão bem distantes um do outro. Mas, olhando a figura acima, fica claro que para um observador na Terra, pouco antes do amanhecer, Júpiter passou por trás de Vênus, praticamente no mesmo ângulo de visada (linha tracejada branca). Para o observador, Vênus e Júpiter se confundem no céu, embora estejam bem distantes. Marte aparece na mesma figura, não muito longe dos outros planetas.

Nos próximos dias ainda dá para tentar observar o fenômeno.

No post anterior tem um link para a simulação do céu na região sudeste do Brasil entre os dias 4 e 9 de novembro. Ainda dá para tentar observar os planetas por uns dias, embora Júpiter e Vênus aparecerão gradativamente mais distantes um do outro no céu.

Boas observações! 


Observação importante: na figura vemos o Sistema Solar por cima e, por isso, perdemos a noção dos planos orbitais. Na verdade, os planetas do Sistema Solar orbitam o sol mais ou menos no mesmo plano. O que tem plano mais inclinado em relação ao plano da órbita terrestre é Plutão (17,20), o nono planeta do sistema e que não aparece na figura. Para os planetas mostrados na figura, temos as seguintes inclinações em relação à órbita da Terra: Vênus (3,40), Marte (1,90) e Júpiter (1,30).






Um forte abraço. E Física na Veia!
prof. Júnior (@Dulcidio)
às 16h36





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  ::: SHOW DE PLANETAS NA MADRUGADA :::

Júpiter e Vênus "grudadinhos
Júpiter e Vênus vão ficar "grudadinhos"
na madrugada de 5/11. Clique na figu-
ra para ver simulação do céu ao amanhe-
cer entre os dias 4 e 9 de novembro.

O Ministério da Saúde Informa: olhar para o céu faz muito bem! E não é só porque você movimenta músculos e ossos. Faz bem principalmente porque nos faz pensar no Universo, estimula nossa conexão com o cosmos, alimenta a alma!

Vale a pena acordar um pouco mais cedo nos próximos dias e dar uma espiadinha no céu antes do nascer do Sol. Nem que seja para voltar para a cama e dormir mais um pouco depois.

Por volta das 4h50min (horário de verão oficial de Brasília), no lado leste, onde o Sol nasce, teremos Marte, Vênus, Júpiter e Saturno. Quatro planetas visíveis de uma só vez.

Nem é preciso ter luneta ou binóculo, dá para ver a olho nu mesmo. Mas, se tiver algum instrumento, claro que fica melhor.

A olho nu os planetas vão parecer pontinhos brilhantes, como estrelas. Marte é bem avermelhado. Vênus branco e de brilho marcante. Júpiter é de um tom branco prateado e Saturno também é branco, um pouco mais pálido do que Júpiter. E, com um pequeno telescópio, já dá para ver os planetas como esferinhas. Dá para visualizar os anéis de Saturno e até a divisão de Cassini (veja post "Um Pouco Mais Sobre Cassini-Huygens", do dia 01/11). Em Júpiter pode-se ver a grande mancha vermelha e acompanhar os movimentos dos 4 maiores satélites, também chamados de Satélites Galileanos (veja post "Satélites no Sistema Solar", do dia 29/10)

Clique aqui (ou na imagem acima) para ver uma simulação (em Flash) das posições dos planetas ao amanhecer, entre 4 e 9 de novembro. É um bom roteiro para que você possa se guiar numa possível observação.

Eu tenho visto, gostei, e passo a idéia adiante. Se vier a observar, volte ao Física na Veia! e compartilhe sua experiência conosco através de um comentário.

E, antes que me esqueça, nesta madrugada de 5/11, Vênus e Júpiter vão estar "grudadinhos"(*).  Confira na simulação.

 


(*) É claro que "grudadinhos" significa próximos apenas no visual. Na verdade, Vênus está bem mais perto da Terra do que Júpiter.  Belo fenômeno astronômico!






Um forte abraço. E Física na Veia!
prof. Júnior (@Dulcidio)
às 20h26





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  ::: STEPHEN HAWKING E UMA ÓTIMA NOTÍCIA :::

Stephen Hawking e uma representação artística de um buraco negro Stephen Hawking e uma representação
artística de um possível buraco negro"

A cadeira do físico Isaac Newton (veja post anterior) na Universidade de Cambridge, Inglaterra, é atualmente ocupada pelo astrofísico Stephen Hawking.

Ele sofre de uma doença degenerativa grave e já perdeu praticamente todo o tônus muscular. Por conta desta fatalidade, Hawking vive preso a uma cadeira de rodas e só consegue se comunicar através de um equipamento (hardware + software) desenvolvido especialmente para ele.

Seu cérebro privilegiado luta contra as dificuldades físicas e continua produzindo Cosmologia da melhor qualidade. Em meados deste ano, Hawking republicou sua teoria sobre Buracos Negros(*). Segundo ele, na sua nova maneira de pensar, os buracos negros engolem praticamente tudo ao seu redor mas, com o passar do tempo, tendem a devolver o que "comeram" de volta para o Universo, desaparecendo de vez.

Infelizmente, a doença de Hawking está piorando e, por sérias dificuldades motoras, ele já não consegue operar o equipamento que o ajuda a falar, o que aos poucos pode deixá-lo cada vez mais isolado do mundo externo.

Preocupado com isso, um engenheiro indiano está desenvolvendo um software livre que pode melhorar a comunicação de pessoas deficientes, especialmente a forma com que Hawking interage com o mundo..

O software é aberto, ou seja, poderá ser aperfeiçoado por outras mãos de programadores que se interessem pela causa. Fantástico! Com isso, o mundo não fica privado das idéias revolucionárias de Hawking e outros deficientes físicos podem ser favorecidos em suas dificuldades naturais com esta novidade tecnológica.

Apesar de uma história triste, a vida impera e a inteligência supera dificuldades.

Viu só como no mundo também tem notícia boa, mesmo quando tudo parece uma tragédia?

 


(*) Buraco Negro é o que sobrou de uma estrela gigante que colapsou a tal ponto de provocar uma curvatura do espaço tempo tão grande que nem mesmo a luz pode dele escapar (ver post "Quem Entortou o Espaço-Tempo", do dia 22/10/2004, para saber mais sobre a Relatividade Geral de Albert Einstein e a curvatura do espaço-tempo).






Um forte abraço. E Física na Veia!
prof. Júnior (@Dulcidio)
às 16h21





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  ::: 300 ANOS DE OPTICKS :::

Isaac Newton e o livro Opticks

Gravura de Isaac Newton (à esquerda), mostrando a separação das
cores através de um prisma e, em primeiro plano, o telescópio refletor
de Newton. Capa do livro Opticks (à direita).

Isaac Newton (1643-1727), físico inglês, é bastante conhecido pelo seu trabalho em Mecânica. E não é por acaso. Os Princípios da Dinâmica, somados à Teoria da Gravitação Universal, abriram novas portas para que a humanidade entendesse melhor os movimentos em geral e, principalmente, os movimentos celestes. Foi uma revolução e tanto na nossa maneira de ver e entender o Universo.

Mas Newton, além de seu importante trabalho em Matemática, formulando as bases do Cálculo Diferencial e Integral, contribuiu também em outras áreas da Física, como na Óptica, por exemplo

Em 1o de abril de 1704, há 300 anos, Newton publicou o livro Opticks em que trata a luz como sendo constituída por partículas. Newton abordou nesta obra a questão da luz branca, segundo ele composta por todas as cores visíveis e que podem ser refratadas e separadas através de um prisma. Desta forma, Newton explicou a origem das cores do arco-íris e sugeriu uma importante melhoria nos telescópios: a substituição da lente objetiva, coletora de luz, por um espelho côncavo. A idéia era eliminar a aberração cromática da lente (sistema refrator) que dá lugar a um espelho parabólico (sistema refletor) que faz o mesmo papel de concentrar a luz, tal como a lente convergente, mas sem o efeito indesejado da separação das cores (na reflexão, ao contrário da refração, as cores não se separam).  Os telescópios refletores (também chamados de newtonianos, em justa homenagem), até hoje são utilizados em larga escala, por amadores e por profissionais da Astronomia.

Para comemorar esta data, o Centro de Pesquisa em Óptica e Fotônica (CePOF), sediado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e na Universidade de São Paulo (USP), campus de São Carlos, está promovendo hoje, dia 3 de novembro, em Campinas, uma série de palestras e apresentações de experimentos de Óptica.

Infelizmente, o evento é fechado para a comunidade científica. Mas fica aqui registrada esta importante comemoração para a Física que caminha à velocidade da luz para o "2005 – Ano Internacional da Física".





Um forte abraço. E Física na Veia!
prof. Júnior (@Dulcidio)
às 15h44





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  ::: É NÓIS NA FITA! :::

Temos, novamente, vários alunos nas finais da OBF (Olimpíada Brasileira de Física) e da OPF (Olimpíada Paulista de Física) que acontecem neste próximo final de semana. Confira:

OBF
  • Nathália Cavalheiro Halla [1a série]
  • Thiago R. F. dos Anjos [3a série]
    Prova dia 6/11, sábado, na USP de São Carlos (Instituto de Física - Prédio dos Laboratórios Didáticos do IFSC - Av. Trabalhador Saocarlense 400 - São Carlos - SP), das 9h às 11h30min (experimental) e das 13h às 17h (teórica)


    OBF
    • Américo Tavares Ranzani [1a série]
    • Andrés Mantecon Ribeiro Martano [1a série]
    • Matheus Simão Marcos [1a série]
    • Poliaque Santana Ribeiro [3a série]
    • Vander Valente Martins [3a série]
    Provas no dia 7/11, domingo, no ITA, em São José dos Campos (CTA - Centro Técnico Aerospacial – Instituto Tecnológico de Aeronáutica – ITA - Praça Marechal Eduardo Gomes , 50 - Vila das Acácias – São José dos Campos – SP), das 10h às 11h (experimental) e das 14h às 17h (teórica).

    Ficamos na torcida por estes campeões!





    Um forte abraço. E Física na Veia!
    prof. Júnior (@Dulcidio)
    às 09h23





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      ::: HALLOWEEN ESPACIAL :::

    Clique para ver imagem ampliada
    Nebulosa "fantasma" foto-
    grafada pelo Sptizer

    O telescópio espacial norte-americano Spitzer acaba de fotografar uma nebulosa "mal-assombrada", uma espécie de "fantasma" cósmico, fazendo jus à festa americana de Halloween, que foi ontem.

    Nebulosa é uma nuvem de poeira e/ou gás situada fora do Sistema Solar, muito distante da Terra.

    Segundo os pesquisadores, o objeto fotografado está a cerca de 3.900 anos-luz da Terra. Isso parece mesmo muito longe, não?! Mas quão longe é isso realmente?

    Para que você tenha uma noção, a luz viaja no vácuo percorrendo algo próximo de 300.000 quilômetros a cada segundo. A Lua está a pouco mais de 380.000 quilômetros da Terra e o Sol, bem mais distante, a cerca de 150 milhões de quilômetros. A luz que vem da Lua demora cerca de 1,2 segundos para atingir a Terra e aproximadamente 500 s para nos atingir, depois que é emitida pelo Sol. Podemos dizer que distância da Lua até a Terra é de 1,2 segundo-luz e a distância do Sol até a Terra é aproximadamente 500 segundos-luz.

    Então, 3.900 anos-luz é exatamente a distância que a luz percorre no vácuo ao longo de 3.900 anos! Note que não estamos mais falando de segundos,  horas e nem meses! Estamos falando em anos! Dá para perceber que a distância agora é realmente muito maior?

    Para que você tenha uma idéia mais exata, vamos calcular quantos quilômetros tem em 1 ano-luz. Antes, é preciso tomar cuidado com as unidades de medida e transformar "ano" para "segundos". Veja:

    • 1 ano = 365 dias = 365 x 24 horas = 365 x 24 x 60 minutos = 365 x 24 x 60 x 60 segundos.

    Então:   1 ano = 31.536.000 segundos  

    Basta lembrar da idéia básica de que DISTÂNCIA = VELOCIDADE X TEMPO para achar quanto é 1 ano-luz em quilômetros.

    DISTÂNCIA = VELOCIDADE X TEMPO = 300.000 km/s X 31.536.000 s o que dá   9.460.800.000.000 quilômetros  !

    Para facilitar, aproximamos o valor de 1 ano-luz para   9.000.000.000.000 quilômetros  , ou seja,   9 trilhões de quilômetros   !!!

    Então, 3.900 anos-luz = 3.900 x 9 trilhões de quilômetros = 35.100 trilhões de quilômetros =   35,1 quatrilhões de quilômetros   !(*)  Incrível, não?!

    E aí, convenceu-se de que a nebulosa está mesmo longe de verdade?!

    Para saber mais...

    (*) Ufa! Que numerão, não?! É muito mais do que o contador do blog da Sheila Mello, ex-loira do Tchan! Por que será que o meu blog não tem tanta audiência assim?!





    Um forte abraço. E Física na Veia!
    prof. Júnior (@Dulcidio)
    às 20h50





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      ::: UM POUCO MAIS SOBRE CASSINI-HUYGENS :::

    Giovanni Cassini, a Sonda e Christian Huygens
    Giovanni Cassini (à esquerda). A Sonda Cassini-Huygens, em montagem da NASA,
    (ao centro). Christian Huygens (à direita).

    A sonda Cassini-Huygens, citada no post anterior, é um projeto da NASA (Agência Espacial Americana), da ESA (Agência Espacial Européia e da ASI (Agência Espacial Italiana).

    Na verdade, são duas sondas em uma:
    1) O maior componente é o Orbitador, com cerca de duas toneladas, que vai orbitar Saturno por 4 anos seguidos e fotografá-lo em luz visível, além de infravermelho e ultravioleta;
    2) O segundo componente é a Sonda Huygens, com cerca de 350 kg, que já soltou-se do Orbitador e tem como destino Titã, a maior lua de Saturno.

    A Huygens envia suas informações para o Orbitador que as armazena para depois enviar à Terra. A Huygens vai tentar pouso em solo de Titã. Estamos aguardando com muita curiosidade pois ela tem um verdadeiro laboratório capaz de análises químicas e sondagens geológicas.

    O Monitoramento da Cassini-Huygens está sendo feito pelo JPL (Jet Proulsion Laboratory) da NASA, na Califórnia, USA.

    O nome da sonda é uma homenagem a dois importantes astrônomos (veja figura no topo) que fizeram história pesquisando o planeta Saturno:

    Christian Huygens (1629-1695 ) – Matemático, físico e astrônomo holandês. Em 1656 descobriu a natureza dos anéis de Saturno, já observados pelo italiano Galileo Galilei (1564-1642) cerca de 50 anos antes. Mas Galileo não sabia exatamente do que se tratava. Em suas observações para entender os anéis de Saturno, Huygens acabou descobrindo Titã, o maior satélite de Saturno.

    Giovanni Domenico Cassini (1625-1712 ) – Astrônomo italiano. Em 1675 descobriu que havia uma descontinuidade nos anéis de Saturno que, até então, pensava-se que fosse contínuo. Esta divisão, a maior de todas já detectadas, é conhecida até hoje como "Divisão de Cassini", em justa homenagem. Em suas observações de Saturno, Giovanni Cassini descobriu ainda quatro dos seus satélites: Japeto, Rea, Tétis e Dione.

    Para saber mais...





    Um forte abraço. E Física na Veia!
    prof. Júnior (@Dulcidio)
    às 18h50





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    Dulcidio Braz Jr
    Físico/Professor, 49 anos

    São João da Boa Vista
    São Paulo/Brasil
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